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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

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Carta de um bebê para um pai ausente

"Embora eu exista, você finge não me ver. Não é do seu nome que eu preciso, e sim de você!
Embora eu exista, você insiste em não me aceitar; você não me inclui em seus planos…
Até hoje, apenas e tão somente, por nenhuma vez você me beijou e me acariciou, num gesto de amor.
Você não fica comigo, não quer ser meu herói, mas insiste em ser meu bandido…
Embora eu exista, não posso compartilhar do seu dia-à-dia, da sua atenção… Você está ausente!
Não estou em suas metas, sonhos, planos e prioridades, e pelo visto nunca vou estar!
Não compartilho do amor que você nutre por quem você realmente ama… Aliás são pessoas que não sabem que eu existo, mas se soubessem também não seria diferente, com certeza.
Você me ignora, insiste em não me ver, mas eu existo pela força divina do amor ou do acaso!
Embora eu exista, você foi incapaz de me amar.
Você não me vê, não me aceita, não tem planos para mim, não me deixa ser tão importante para você quanto você é pra mim, mas ainda assim, um dia ainda vou sentir sua falta!
Embora eu exista, e você até hoje não tenha demonstrado amor por mim , eu ainda penso que se me desse uma chance iria mudar esse pensamento.
Apesar de não me deixar fazer parte da sua rotina; apesar de você não me deixar fazer parte da sua vida, não podendo estar incluído nos seus sonhos, metas e prioridades; Apesar de não conseguir ter o seu amor para mim dedicado; Apesar de você me ignorar, sendo incapaz de me amar…
…Eu existo, sabe Papai, eu existo!!! E sou capaz de amá-lo um dia, mesmo em sua ausência permanente.
Só não vai adiantar depois querer que as feridas que você me causou e cultivou as dores em mim, sejam curadas e esquecidas. Porque apesar de pequeno, dentro do meu peito bate um coração que tem sentimentos e sofre por ser rejeitado por alguém que antes de nascer eu já amava, e pensava que seria para sempre o meu herói e guardião."
Autor Desconhecido.

quinta-feira, 21 de março de 2013

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Amamentação - OMS.


Abaixo segue uma cartilha muito útil da Organização Mundial da Saúde.

Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde, em associação com a UNICEF, tem vindo a empreender um esforço mundial no sentido de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.
As recomendações da Organização Mundial de Saúde relativas à amamentação são as seguintes:
  • As crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade[1]. Ou seja, até essa idade, o bebê deve tomar apenas leite materno e não deve dar–se nenhum outro alimento complementar ou bebida.
  • A partir dos 6 meses de idade todas as crianças devem receber alimentos complementares (sopas, papas, etc.) e manter o aleitamento materno.
  • As crianças devem continuar a ser amamentadas, pelo menos, até completarem os 2 anos de idade.

O leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó).
O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável.Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebê de certas doenças e infecções.


O aleitamento materno protege as crianças de:

Otites
Alergias
Vômitos
Diarreia
Pneumonias
Bronquiolites
Meningites
      
Outras vantagens do leite materno para o bebê:  
 Melhora o desenvolvimento mental do bebê;

É mais facilmente digerido;

Amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional, muito forte e precoce, entre a mãe e a criança, designada tecnicamente por vínculo afetivo. Atualmente, sabe-se que um vínculo afetivo sólido facilita o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com as outras pessoas;

O acto de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes.


Amamentar tem vantagens também para a mãe:

A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa;

Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar;

Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente;

A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo;

A amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa;

A amamentação protege do cancro do ovário;

A amamentação protege da osteoporose;

A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro). As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal;

Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar biberões. Não é necessário levantar-se de noite para preparar o biberão.


Amamentar também é vantajoso para a família:

A amamentação é mais econômica para a família. Basta multiplicar o preço de uma lata de leite em pó, pelo número de latas necessárias ao longo da vida da criança, e somar ainda o dinheiro gasto em biberões e tetinas.


O leite adaptado (leite em pó) é muito diferente do leite materno e a sua utilização tem riscos para o bebé:

Os leites artificiais usados habitualmente, são feitos a partir de leite de vaca. Por essa razão, o uso de leite artificial aumenta o risco de alergia ao leite de vaca.

As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de vir a sofrer de otites, amigdalites, bronquiolites, pneumonias, diarreias, infecções urinárias e sépsis.

As crianças alimentadas com leite em pó, além de terem maior risco de sofrer as infecções referidas, as infecções de que sofrem surgem com maior gravidade, porque o seu sistema imunitário não recebe a ajuda dos anticorpos, glóbulos brancos e outros fatores imunológicos presentes no leite materno.

As crianças alimentadas com leite artificial têm maior risco de desenvolver linfomas.

As crianças que são alimentadas com leite em pó têm maior risco de vir a sofrer de Diabetes tipo I (insulino-dependente).

As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de sofrer obesidade na vida adulta.

As crianças alimentadas com leite em pó têm maior risco de desenvolver eczema, asma e outras manifestações de doença alérgica.

A UNICEF calcula que um milhão e meio de crianças morrem por ano por falta de aleitamento materno. E não se pense que é só nos países do terceiro mundo. Mesmo nos países industrializados muitas mortes se poderiam evitar com o aleitamento materno[1].

Espero que o post seja útil, porque por incrível que pareça, tem mulheres que não amamentam simplesmente por não querer.. Nunca se esqueçam que não há nada melhor para nossos filhos, do que nosso leite. Comentem à vontade, não esquecendo a educação. Beijos :*

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

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Um dia me disseram..

Que ter um filho e abrir mão de bagunçar ia ser dificil.
Que encarar uma sociedade hipócrita por ser mãe jovem ia me pedir forças infinitas. 
Me falaram das dores do parto, do meu corpo diferente, depois das noites mal dormidas e da juventude diminuída.
Mas nunca me contaram que cada sorriso que eu ganho vale mais que uma balada, beijos sem emoções ou experiências frustrantes. 
Não me contaram que esse cheirinho de bebê empreguina na alma e que ficar sem ele, nem que seja só para comprar alguma coisa para comer, poderia doer mais que a própria fome. 
Nunca me disseram que com eles podemos aprender tanto, aprender a amar incondicionalmente, aprender sobre o amor de Deus, a dar sem receber, a cuidar, a sorrir, a abraçar o tempo todo. 
Agora eu sei porque nunca gostei muito de ouvir. As pessoas falam demais, criticam demais. Nós temos sempre duas opções: reclamar ou simplesmente ser feliz.
Eu escolhi ser feliz... Sempre!
Adoro esse texto *-* Traduz tudo que eu sinto ♥

Nascimento do Príncipe