Mostrando postagens com marcador Amamentação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amamentação. Mostrar todas as postagens

sábado, 9 de novembro de 2013

2

Petição (assinem): Lei de Proteção à Mãe que amamenta, em qualquer hora e lugar! (E a importância da amamentação)

Esses dias andou rolando umas reportagens na internet (não lembro o site), que dizia que em um Shopping aqui do Rio, era PROIBIDO amamentar em público.. Não sei dizer qual, mas vocês já podem imaginar como me indignei né?!

A mãe que for "pega" amamentando, vai ser chamada a atenção. Pode uma coisa dessas? Essas coisas não acontecem comigo, se eu fosse nessa bosta de shopping, fazia questão de amamentar o Guga e se falassem alguma coisa, ainda processava por constrangimento.

Enfim, esses dias "saiu" na internet uma petição pra que seja criada uma Lei de Proteção à mãe que amamenta, e claro que eu já assinei e vim deixar o link pra vocês assinarem, porque pelo jeito os idiotas que criaram essa "regra" para o shopping, são filhos de chocadeira né.
Cliquem nesse link, e assinem.

Vou ressaltar a importância de amamentar:


O leite materno é considerado o alimento mais completo para o bebê. Nele estão contidos todas as proteínas, vitaminas, gorduras, água e outras necessárias para o seu completo e correto desenvolvimento. Este contém ainda substâncias tais como anticorpos e glóbulos brancos, essências para proteger o bebê contra doenças.

A amamentação também contribui para o desenvolvimento emocional do bebê, pois promove uma forte ligação emocional com a mãe, transmitindo-lhe segurança e carinho, de modo a facilitar, mais tarde, o seu relacionamento interpessoal e, ainda, contribui para o desenvolvimento psicomotor do bebê. O próprio ato de mamar promove uma melhor flexibilidade na articulação das estruturas que participam na fala e estimula também o padrão respiratório nasal do bebê.

Além do mais, o leite materno tem a vantagem de ser facilmente digerido, muito prático pois está sempre pronto, e econômico, pois não necessita de ter esterilizador, mamadeiras ou leite em pó!

Para a mãe também traz muitas vantagens tais como uma maior segurança; queima calorias de modo a ser mais fácil voltar ao seu peso normal; o útero regressa mais rapidamente ao seu tamanho normal; protege-a da osteoporose, do cancro da mama e do ovário.

Fonte: Bebê atual.

Ou seja, a amamentação só traz coisas boas, tanto para a mãe quanto para o bebê. Além do que o Ministério da Saúde afirma que o aleitamento materno é indicado para crianças até 2 anos ou mais (exclusivamente até aos 6 meses).

Então é isso mãezinhas, não esqueçam de assinar a petição (aqui está o link de novo), vamos fazer valer nossos direitos!

Beijinhos e até a próxima.

sábado, 29 de junho de 2013

quinta-feira, 30 de maio de 2013

0

6 meses de licença-maternidade.

Se tem uma coisa que eu nunca entendi, foi os médicos e o governo incentivarem tanto a amamentação exclusiva até os seis meses, e o máximo de licença-maternidade garantido pela ser só 4 meses. Esses dia, lendo o blog da Aline, eu vi que isso está prestes (ou não) pra mudar, que isso depende muito da gente também! Aqui, os dois textos que ela postou no blog dela, e eu aconselho que vocês leiam e rebloguem!..

"A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses tem sido alvo de discussões nos últimos anos. O Senado aprovou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 064/2007, de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), que defende seis meses de licença-maternidade obrigatória a todas as trabalhadoras.
Essa nova proposta ainda tramita na Câmara dos Deputados e não há previsão de quando deve entrar em vigor. Mas desde a sanção da lei 11780, em 2008, políticos, médicos e especialistas em carreira têm discutido os prós e contras da licença-maternidade de seis meses. De acordo com a lei atual, apenas as mães que trabalham em empresas parceiras do Programa Empresa Cidadã têm direito à licença ampliada de seis meses, assim como as funcionárias públicas.
Em declaração à Agência Senado, a autora da nova PEC disse que a proposta é resultado de suas observações quando atuava como pediatra. “Via a angústia das mães quando tinham que voltar ao trabalho. Com a licença de seis meses, elas podem retornar mais produtivas e tranquilas, sabendo que as crianças terão a garantia de um desenvolvimento psíquico mais equilibrado”, disse a senadora."
Fonte: Crescer.

Benefícios da Amamentação Exclusiva por 6 meses
A Parto do Princípio está mobilizando uma campanha nacional para aumentar a licença maternidade de 120 para 180 dias. Convidamos homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, a cobrar seus deputados federais para que estes aprovem o Projeto de Emenda Constitucional nº 515/2010, que tem como objetivo alterar, na Constituição Federal, a duração da licença maternidade.
Somos favoráveis que a licença maternidade seja de seis meses (180 dias) porque esse período é, de fato fundamental para que toda família adapte-se à chegada do bebê. Além disso, nesses primeiros seis meses de vida, como inúmeros estudos já comprovaram, a alimentação do bebê deve ser exclusivamente o leite materno – o que deixa evidente a dependência do bebê em relação à sua mãe durante esse período.
A legislação brasileira garante licença maternidade de quatro meses para todas as mães trabalhadoras, mesmo que seus bebem sejam adotivos. Esse período, de fato, é fundamental para a família, mas não é suficiente para garantir o desenvolvimento emocional, físico e imunológico do bebê, bem como para o estabelecimento da amamentação exclusiva, o bem-estar materno e paterno e um retorno saudável e eficiente para o trabalho.
O aleitamento materno tem papel crucial nesse começo de vida. Sua função não se restringe à alimentação do bebê, mas se estende ao estabelecimento do vínculo com a mãe e à formação do sistema imunológico do bebê. Quando a mãe amamenta, produz inúmeros benefícios, como proteger a criança de doenças (infecções, doenças atópicas e diabetes mellitus), garante seu desenvolvimento físico e motor (desenvolvimento da musculatura oral interna e externa, desenvolvimento ortodôntico, reflexos de sucção e de deglutição, desenvolvimento respiratório, dentre outros), seu desenvolvimento emocional (formação de vínculo, autonomia), promove melhor desenvolvimento neurológico (desenvolvimento cognitivo) e ainda a mãe se beneficia com o retorno de seu organismo que se modificou durante a gravidez (peso, tamanho uterino, alterações hormonais), protege-se temporariamente de uma nova gravidez, protege-se de possíveis doenças futuras (câncer de mama e de ovário, fraturas no quadril e osteoporose) e ainda, a amamanetação facilita o estabelecimento do vínculo com seu bebê, que promove maior segurança na sua nova função de maternar.
Bebês alimentados artificialmente têm maior risco de contrair:
Infecções gastrointestinais, infecções respiratórias, enterocolite necrosante, infecções de ouvido, alergias (eczema, asma e dificuldade respiratória), diabetes.
Hoje, sabe-se que todos esses benefícios são ainda maiores quando a amamentação exclusiva estende-se até o sexto-mês de vida da criança. E é por esse motivo que está tramitando um Projeto de Emenda Constitucional (PEC 515/2010) que pretende tornar obrigatória a licença maternidade de 6 meses para todas as trabalhadoras.
Lembre-se: a amamentação exclusiva pelos 6 primeiros meses evita a morte do bebê! Crianças menores de 6 meses que não mamam no peito têm 84% mais chances de quadros de diarréia em comparação com aquelas que são alimentadas exclusivamente com leite materno.
Além disso, o que é nítido em termos de políticas públicas, é que o aleitamento materno exclusivo, ao proteger mãe e bebê física e emocionalmente, diminui os custos do governo com remédios, tratamentos, leitos hospitalares e remuneração de profissionais de saúde para tratar doenças que acometem mais freqüentemente os bebês que não foram amamentados e as mães que não puderam amamentar. Diminui também os gastos do governo com fórmulas artificiais, sobretudo as fórmulas artificiais específicas (anti-alergênicas e probióticas), uma vez que o leite materno é o alimento ideal para o bebê.
O aumento da duração da licença maternidade de 4 para 6 meses contribui também para o meio ambiente, devido à redução da fabricação e uso de materiais danosos ao meio ambiente, como produção de materiais plásticos (mamadeira que advém de recursos do petróleo), assim como o uso de combustível e água usados na preparação de fórmulas artificiais.
A amamentação é considerada uma das estratégias de maior e melhor custo-benefício. Com o aleitamento materno todo mundo sai ganhando: famílias, governo e patrões economizam. Criança que mama no peito fica doente menos vezes e, como conseqüência os pais gastam menos, sentem-se mais seguros, faltam menos ao trabalho e solicitam menos vezes os serviços de saúde.
A amamentação precisa ser protegida e apoiada! Nossos filhos têm direito à saúde e o Estado tem o dever de dar condições para que isso possa ocorrer.
E essa deve ser uma luta de todos nós! Cuidar de nossos filhos é investir no futuro!
Fonte: Parto do princípio

terça-feira, 9 de abril de 2013

45

Funchicória? Não, obrigada!

Por que não devemos dar funchicória pros nossos bebês? Vou colar três textos sobre o assunto:

1º texto
: O pózinho parece ser tão mágico, mas olha só: o açúcar exacerbado de sua fórmula 'queima' as papilas gustativas sensíveis dos bebês e pode prejudicar a amamentação, pois o leite materno não é tão doce assim. A funchicórea contém a sacarina (ainda mais deletéria do que a sacarose, visto que é um produto 100% ARTIFICIAL, sintético) extraído do petróleo e que deixa resíduo amargo ao paladar, chega a ser 550 vezes mais doce que o açúcar!
Imagine isso na boca do bebê e depois como ele pode estranhar ao mamar porque o LM não é tão doce assim.
Além disso, é oferecido na chupeta, isso pode prejudicar o sucesso da amamentação se for oferecido muito no início (sim, existem controvérsias e muitas de vocês vão até discordar).
Outro fator angustiante é que ele NÃO É eliminado do organismo em associação ao ciclamato e existem evidências científicas de serem cancerígenos em ratos.
A sacarina está proibida em mais de 70 países, inclusive os EUA. Por quê será? Até as empresas de refrigerantes estão trocando a sacarina pela sucralose, mesmo sendo mais cara.

2º texto
: Sem contar que a comercialização da funchicórea foi proibida porque só um laboratório a fabricava/destribuia o Lab. Malpoejo que está sob intervenção em 6 produtos/medicamento por manipulação de substâncias não autorizadas pelo Ministério da Saúde.

3º texto: "Segundo os especialistas, não há qualquer comprovação científica de que os chás ou a popular funchicória tenham eficácia no combate às cólicas. Eles podem até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar. Esse seria, como dizem os médicos, um efeito placebo. 'No caso da funchicória, o fato de ser doce pode ajudar a acalmar a criança', explica o pediatra Ricardo Toma. Ele ressalta que, de qualquer forma, a indicação de qualquer medicamento para cólicas só pode vir do pediatra."
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC905345-2215,00.html

O que fazer quando ele tiver cólica então? Sugestões:

Sling, amamentar, massagens, esperar os 5 primeiros meses de vida passarem! (Sim, porque tem bebês que sentem cólicas até essa idade, o que não foi o caso do Guga Graças a Deus!

Se não há comprovação da eficácia da funchicórea, muitos pais se perguntam como é que o remédio diminuía as cólicas em muitos casos e por isso era sucesso entre as mamães há mais de 72 anos?
O que os médicos afirmam é que funcionava como um “remédio psicológico aos pais”. Explica-se: a família oferecia o remédio para a criança com cólica e ficava tranquila, pois havia a sensação de que algo já tinha sido feito. O sabor adocicado tirava a atenção do bebê da dor para o gosto prazeroso do doce e assim o bebê se acalmava momentaneamente.
A cólica nos três primeiros meses de vida do bebê é normal por causa da imaturidade do sistema digestivo e assim há dificuldade em digerir alguns componentes do leite levando à dor. Não há nenhum medicamento comprovado cientificamente que combata essas cólicas.
Algumas dicas podem ser levadas para evitar as cólicas. Leite materno é sempre a melhor pedida, pois a sua digestão é mais fácil. A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de vida sem a inclusão de água ou chás que também não resolvem as cólicas.

quinta-feira, 21 de março de 2013

2

Amamentação - OMS.


Abaixo segue uma cartilha muito útil da Organização Mundial da Saúde.

Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde, em associação com a UNICEF, tem vindo a empreender um esforço mundial no sentido de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.
As recomendações da Organização Mundial de Saúde relativas à amamentação são as seguintes:
  • As crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade[1]. Ou seja, até essa idade, o bebê deve tomar apenas leite materno e não deve dar–se nenhum outro alimento complementar ou bebida.
  • A partir dos 6 meses de idade todas as crianças devem receber alimentos complementares (sopas, papas, etc.) e manter o aleitamento materno.
  • As crianças devem continuar a ser amamentadas, pelo menos, até completarem os 2 anos de idade.

O leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó).
O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável.Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebê de certas doenças e infecções.


O aleitamento materno protege as crianças de:

Otites
Alergias
Vômitos
Diarreia
Pneumonias
Bronquiolites
Meningites
      
Outras vantagens do leite materno para o bebê:  
 Melhora o desenvolvimento mental do bebê;

É mais facilmente digerido;

Amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional, muito forte e precoce, entre a mãe e a criança, designada tecnicamente por vínculo afetivo. Atualmente, sabe-se que um vínculo afetivo sólido facilita o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com as outras pessoas;

O acto de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes.


Amamentar tem vantagens também para a mãe:

A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa;

Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar;

Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente;

A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo;

A amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa;

A amamentação protege do cancro do ovário;

A amamentação protege da osteoporose;

A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro). As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal;

Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar biberões. Não é necessário levantar-se de noite para preparar o biberão.


Amamentar também é vantajoso para a família:

A amamentação é mais econômica para a família. Basta multiplicar o preço de uma lata de leite em pó, pelo número de latas necessárias ao longo da vida da criança, e somar ainda o dinheiro gasto em biberões e tetinas.


O leite adaptado (leite em pó) é muito diferente do leite materno e a sua utilização tem riscos para o bebé:

Os leites artificiais usados habitualmente, são feitos a partir de leite de vaca. Por essa razão, o uso de leite artificial aumenta o risco de alergia ao leite de vaca.

As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de vir a sofrer de otites, amigdalites, bronquiolites, pneumonias, diarreias, infecções urinárias e sépsis.

As crianças alimentadas com leite em pó, além de terem maior risco de sofrer as infecções referidas, as infecções de que sofrem surgem com maior gravidade, porque o seu sistema imunitário não recebe a ajuda dos anticorpos, glóbulos brancos e outros fatores imunológicos presentes no leite materno.

As crianças alimentadas com leite artificial têm maior risco de desenvolver linfomas.

As crianças que são alimentadas com leite em pó têm maior risco de vir a sofrer de Diabetes tipo I (insulino-dependente).

As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de sofrer obesidade na vida adulta.

As crianças alimentadas com leite em pó têm maior risco de desenvolver eczema, asma e outras manifestações de doença alérgica.

A UNICEF calcula que um milhão e meio de crianças morrem por ano por falta de aleitamento materno. E não se pense que é só nos países do terceiro mundo. Mesmo nos países industrializados muitas mortes se poderiam evitar com o aleitamento materno[1].

Espero que o post seja útil, porque por incrível que pareça, tem mulheres que não amamentam simplesmente por não querer.. Nunca se esqueçam que não há nada melhor para nossos filhos, do que nosso leite. Comentem à vontade, não esquecendo a educação. Beijos :*

Nascimento do Príncipe