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sábado, 9 de novembro de 2013

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Petição (assinem): Lei de Proteção à Mãe que amamenta, em qualquer hora e lugar! (E a importância da amamentação)

Esses dias andou rolando umas reportagens na internet (não lembro o site), que dizia que em um Shopping aqui do Rio, era PROIBIDO amamentar em público.. Não sei dizer qual, mas vocês já podem imaginar como me indignei né?!

A mãe que for "pega" amamentando, vai ser chamada a atenção. Pode uma coisa dessas? Essas coisas não acontecem comigo, se eu fosse nessa bosta de shopping, fazia questão de amamentar o Guga e se falassem alguma coisa, ainda processava por constrangimento.

Enfim, esses dias "saiu" na internet uma petição pra que seja criada uma Lei de Proteção à mãe que amamenta, e claro que eu já assinei e vim deixar o link pra vocês assinarem, porque pelo jeito os idiotas que criaram essa "regra" para o shopping, são filhos de chocadeira né.
Cliquem nesse link, e assinem.

Vou ressaltar a importância de amamentar:


O leite materno é considerado o alimento mais completo para o bebê. Nele estão contidos todas as proteínas, vitaminas, gorduras, água e outras necessárias para o seu completo e correto desenvolvimento. Este contém ainda substâncias tais como anticorpos e glóbulos brancos, essências para proteger o bebê contra doenças.

A amamentação também contribui para o desenvolvimento emocional do bebê, pois promove uma forte ligação emocional com a mãe, transmitindo-lhe segurança e carinho, de modo a facilitar, mais tarde, o seu relacionamento interpessoal e, ainda, contribui para o desenvolvimento psicomotor do bebê. O próprio ato de mamar promove uma melhor flexibilidade na articulação das estruturas que participam na fala e estimula também o padrão respiratório nasal do bebê.

Além do mais, o leite materno tem a vantagem de ser facilmente digerido, muito prático pois está sempre pronto, e econômico, pois não necessita de ter esterilizador, mamadeiras ou leite em pó!

Para a mãe também traz muitas vantagens tais como uma maior segurança; queima calorias de modo a ser mais fácil voltar ao seu peso normal; o útero regressa mais rapidamente ao seu tamanho normal; protege-a da osteoporose, do cancro da mama e do ovário.

Fonte: Bebê atual.

Ou seja, a amamentação só traz coisas boas, tanto para a mãe quanto para o bebê. Além do que o Ministério da Saúde afirma que o aleitamento materno é indicado para crianças até 2 anos ou mais (exclusivamente até aos 6 meses).

Então é isso mãezinhas, não esqueçam de assinar a petição (aqui está o link de novo), vamos fazer valer nossos direitos!

Beijinhos e até a próxima.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

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Contrações e Contrações de treinamento (ou de Braxton Hicks)

Hoje eu vim falar de um assunto que provavelmente toda gravidinha já ouviu, as tais contrações de treinamento, ou Contrações de Braxton-Hicks.
Vou postar um textinho do BabyCenter e depois vou dizer como foi comigo :)

Contrações de treinamento (ou de Braxton-Hicks)

O que são as tais contrações falsas, de treinamento ou de Braxton-Hicks?Lá pela metade de sua gravidez, às vezes até antes, você pode notar que os músculos do seu útero deixam sua barriga dura, o que dura de 30 a 60 segundos. Nem todas as mulheres sentem essas contrações, que surgem aleatoriamente e costumam ser indolores.

Elas recebem o nome de contrações de treinamento, contrações "falsas" ou contrações de Braxton-Hicks, em homenagem ao médico inglês John Braxton Hicks, que as descreveu pela primeira vez em 1872.

Os especialistas acreditam que elas sejam uma espécie de treino do corpo para o trabalho de parto. Alguns acham que elas colaboram para o processo de "apagamento" do colo do útero (que vai ficando mais fino) e para a dilatação.

As contrações de treinamento costumam ser sentidas a partir de 16 semanas, ou bem mais tarde. Mas também é normal não sentir essas contrações nenhuma vez.

Como vou saber se são as contrações de treinamento ou as de verdade?A maioria das grávidas de primeira viagem faz essa pergunta, e a resposta mais adequada, a que recebem dos médicos e de quem já passou por isso, chega a dar raiva: "Você vai saber quando for trabalho de parto de verdade". Mas eles estão certos. Veja as diferenças:

Contrações de treinamento

• Acontecem só algumas vezes por dia, e não mais que duas vezes por hora
• Normalmente param quando você muda de atividade. Se você passou muito tempo sentada, levante-se e caminhe. Se ficou muito tempo de pé, sente-se ou deite-se
• São irregulares, não pegam ritmo. Ou, se pegam, é só por um período curto
• Não são muito compridas: duram menos de um minuto
• Não vão aumentando de intensidade
• Podem atingir só uma parte da barriga
• Podem ser deflagradas pelos movimentos ou pela posição do bebê

Contrações do trabalho de parto (contrações verdadeiras)

• Mais compridas: a barriga fica dura por mais tempoMais regulares
• Mais doloridas
• Não param de vir. Cada uma que vem é mais forte que a outra, e o intervalo entre elas vai ficando cada vez menos
• Não melhoram se você mudar de atividade
• Atingem a barriga inteira e às vezes as costas
• Não dependem da posição ou da movimentação do bebê

O ritmo é o mais importante, preste atenção nele. Sempre que perceber que está tendo várias contrações, marque o horário, para acompanhar o intervalo entre elas.

E se as contrações de Braxton Hicks começarem a doer?

À medida que sua gravidez avança, esse tipo de contração pode ficar mais intensa, e é possível que doa. Quando elas começarem a ficar mais fortes e frequentes, você pode até achar que o trabalho de parto começou para valer, mas o tempo passa e elas continuam irregulares em termos de intensidade, frequência e duração -- e podem até desaparecer completamente, levando você à loucura. São os chamados alarmes falsos. Se você sentir que suas contrações estão diminuindo ou se espaçando, provavelmente elas não passaram de contrações de Braxton-Hicks (ou falso trabalho de parto). Uma sugestão é usar as contrações de treinamento para praticar técnicas de respiração que vão ajudá-la no parto vaginal.

O que eu devo fazer para aliviar o desconforto das contrações falsas?

Muitas mulheres acabam notando que as contrações vêm com mais frequência quando elas fazem alguma atividade física, mesmo que seja tirar as compras do carro. Outras percebem que a bexiga cheia demais deflagra contrações de treinamento. Se as contrações estiverem incomodando você, faça o seguinte:
• Vá ao banheiro fazer xixi
• Mude de atividade. Se estava em pé, deite-se um pouco. Se ficou muito tempo sentada, levante-se e dê uma caminhada
• Tome um copo d'água
• Se ainda assim não melhorar, você pode tomar um banho morno

Quando devo me preocupar com as contrações?

Procure atendimento médico se:

Para quem está com menos de 37 semanas• Se a contração for acompanhada de secreção vaginal parecida com água ou sangue. Podem ser sintomas de rompimento da bolsa ou de problemas com a placenta.
• Se sentir mais de três ou quatro contrações em uma hora, ou se elas estiverem vindo em intervalos regulares. Pode ser sinal de trabalho de parto prematuro.

Para quem está com 37 semanas ou mais• Você só precisa procurar o médico quando suas contrações durarem cerca de 60 segundos cada uma e acontecerem a um intervalo de cinco em cinco minutos, tirando as mulheres com histórico de parto rápido ou que morem muito longe do hospital. Nesses casos, é melhor procurar orientação se as contrações estiverem regulares, independentemente do intervalo.

Fonte: BabyCenter.

Minha Experiência:
Então, quando estava grávida do Guga, sentia a barriga ficar dura e não entendia nada, minha tia que me disse que eram as tais contrações de treinamento. Era estranho, e incômodo. A barriga ficava dura MESMO e eu ficava cutucando pra ver se passava, kk.

Como saber se estou sentindo as verdadeiras contrações? Eu também me fazia essa pergunta, mas confie em si mesma, e acredite, você vai saber quando começarem as verdadeiras contrações! rs.

Beijos e até a próxima!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

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6 meses de licença-maternidade.

Se tem uma coisa que eu nunca entendi, foi os médicos e o governo incentivarem tanto a amamentação exclusiva até os seis meses, e o máximo de licença-maternidade garantido pela ser só 4 meses. Esses dia, lendo o blog da Aline, eu vi que isso está prestes (ou não) pra mudar, que isso depende muito da gente também! Aqui, os dois textos que ela postou no blog dela, e eu aconselho que vocês leiam e rebloguem!..

"A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses tem sido alvo de discussões nos últimos anos. O Senado aprovou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 064/2007, de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), que defende seis meses de licença-maternidade obrigatória a todas as trabalhadoras.
Essa nova proposta ainda tramita na Câmara dos Deputados e não há previsão de quando deve entrar em vigor. Mas desde a sanção da lei 11780, em 2008, políticos, médicos e especialistas em carreira têm discutido os prós e contras da licença-maternidade de seis meses. De acordo com a lei atual, apenas as mães que trabalham em empresas parceiras do Programa Empresa Cidadã têm direito à licença ampliada de seis meses, assim como as funcionárias públicas.
Em declaração à Agência Senado, a autora da nova PEC disse que a proposta é resultado de suas observações quando atuava como pediatra. “Via a angústia das mães quando tinham que voltar ao trabalho. Com a licença de seis meses, elas podem retornar mais produtivas e tranquilas, sabendo que as crianças terão a garantia de um desenvolvimento psíquico mais equilibrado”, disse a senadora."
Fonte: Crescer.

Benefícios da Amamentação Exclusiva por 6 meses
A Parto do Princípio está mobilizando uma campanha nacional para aumentar a licença maternidade de 120 para 180 dias. Convidamos homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, a cobrar seus deputados federais para que estes aprovem o Projeto de Emenda Constitucional nº 515/2010, que tem como objetivo alterar, na Constituição Federal, a duração da licença maternidade.
Somos favoráveis que a licença maternidade seja de seis meses (180 dias) porque esse período é, de fato fundamental para que toda família adapte-se à chegada do bebê. Além disso, nesses primeiros seis meses de vida, como inúmeros estudos já comprovaram, a alimentação do bebê deve ser exclusivamente o leite materno – o que deixa evidente a dependência do bebê em relação à sua mãe durante esse período.
A legislação brasileira garante licença maternidade de quatro meses para todas as mães trabalhadoras, mesmo que seus bebem sejam adotivos. Esse período, de fato, é fundamental para a família, mas não é suficiente para garantir o desenvolvimento emocional, físico e imunológico do bebê, bem como para o estabelecimento da amamentação exclusiva, o bem-estar materno e paterno e um retorno saudável e eficiente para o trabalho.
O aleitamento materno tem papel crucial nesse começo de vida. Sua função não se restringe à alimentação do bebê, mas se estende ao estabelecimento do vínculo com a mãe e à formação do sistema imunológico do bebê. Quando a mãe amamenta, produz inúmeros benefícios, como proteger a criança de doenças (infecções, doenças atópicas e diabetes mellitus), garante seu desenvolvimento físico e motor (desenvolvimento da musculatura oral interna e externa, desenvolvimento ortodôntico, reflexos de sucção e de deglutição, desenvolvimento respiratório, dentre outros), seu desenvolvimento emocional (formação de vínculo, autonomia), promove melhor desenvolvimento neurológico (desenvolvimento cognitivo) e ainda a mãe se beneficia com o retorno de seu organismo que se modificou durante a gravidez (peso, tamanho uterino, alterações hormonais), protege-se temporariamente de uma nova gravidez, protege-se de possíveis doenças futuras (câncer de mama e de ovário, fraturas no quadril e osteoporose) e ainda, a amamanetação facilita o estabelecimento do vínculo com seu bebê, que promove maior segurança na sua nova função de maternar.
Bebês alimentados artificialmente têm maior risco de contrair:
Infecções gastrointestinais, infecções respiratórias, enterocolite necrosante, infecções de ouvido, alergias (eczema, asma e dificuldade respiratória), diabetes.
Hoje, sabe-se que todos esses benefícios são ainda maiores quando a amamentação exclusiva estende-se até o sexto-mês de vida da criança. E é por esse motivo que está tramitando um Projeto de Emenda Constitucional (PEC 515/2010) que pretende tornar obrigatória a licença maternidade de 6 meses para todas as trabalhadoras.
Lembre-se: a amamentação exclusiva pelos 6 primeiros meses evita a morte do bebê! Crianças menores de 6 meses que não mamam no peito têm 84% mais chances de quadros de diarréia em comparação com aquelas que são alimentadas exclusivamente com leite materno.
Além disso, o que é nítido em termos de políticas públicas, é que o aleitamento materno exclusivo, ao proteger mãe e bebê física e emocionalmente, diminui os custos do governo com remédios, tratamentos, leitos hospitalares e remuneração de profissionais de saúde para tratar doenças que acometem mais freqüentemente os bebês que não foram amamentados e as mães que não puderam amamentar. Diminui também os gastos do governo com fórmulas artificiais, sobretudo as fórmulas artificiais específicas (anti-alergênicas e probióticas), uma vez que o leite materno é o alimento ideal para o bebê.
O aumento da duração da licença maternidade de 4 para 6 meses contribui também para o meio ambiente, devido à redução da fabricação e uso de materiais danosos ao meio ambiente, como produção de materiais plásticos (mamadeira que advém de recursos do petróleo), assim como o uso de combustível e água usados na preparação de fórmulas artificiais.
A amamentação é considerada uma das estratégias de maior e melhor custo-benefício. Com o aleitamento materno todo mundo sai ganhando: famílias, governo e patrões economizam. Criança que mama no peito fica doente menos vezes e, como conseqüência os pais gastam menos, sentem-se mais seguros, faltam menos ao trabalho e solicitam menos vezes os serviços de saúde.
A amamentação precisa ser protegida e apoiada! Nossos filhos têm direito à saúde e o Estado tem o dever de dar condições para que isso possa ocorrer.
E essa deve ser uma luta de todos nós! Cuidar de nossos filhos é investir no futuro!
Fonte: Parto do princípio

quarta-feira, 29 de maio de 2013

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Um bebê pode nascer com o cordão umbilical enrolado?

Seu bebê pode nascer com o cordão enrolado?? SIM! Vale a pena a leitura...

Me amarrei no seu cordão; por Ana Cristina Duarte.

Poucas coisas causam mais terror no imaginário do brasileiro do que o cordão umbilical. Enquanto em outros países as muheres e médicos nem pensem no assunto, no Brasil esse é o maior hit nas paradas jornalísticas, midiáticas e pseudo-médicas. Quem nunca ouviu essa frase:
- Daí o médico fez a cesárea e o bebê tinha duas circulares no pescoço, e ele disse "ainda bem que foi cesárea, pois se fosse parto normal seu bebê teria morrido".
Que lorota feia, doutor!
Ou a outra não menos clássica:
- Meu médico é super a favor do parto normal, mas ele não arrisca. Se tiver algum exame que mostre alguma coisa errada, cordão enrolado no pescoço, por exemplo, ele opera.

O cordão umbilical pode medir desde alguns poucos centímetros (é isso mesmo, não existe "cordão curto") até quase 1 metro de comprimento e está sempre enrolado em alguma(s) parte(s) do bebê. Falar em circular de cordão é quase redundância. Como assim um cordão sem circular, num espaço exíguo, com um bebê em constante movimento? Não faz nem sentido. Os bebês interagem com o cordão, seguram, soltam, mexem. Enrolam-se, passam por dentro, fazem nós e voltas. Macramê do bebê. Ele é preenchido por uma substância gelatinosa que dá volume e protege os vasos sanguíneos internos.

Acidentes verdadeiros de cordão são situações raríssimas, que podem ocorrer durante a gravidez, por exemplo quando o bebê faz um nó verdadeiro e estica o cordão com seus movimentos, interrompmento assim o fluxo sanguíneo que o mantém. Porém esses eventos são mais raros do que um gêmeo surpresa na hora do parto, um acidente importante de trânsito, é um tipo de loteria ao contrário que atinge 1 a cada 5 mil gestações. Se isso fosse algo de fato constante em nossa espécie, os bebês não se mexeriam loucamente no útero, interagindo com um cordão de 80 cm de comprimento. Se acidentes de cordão fossem algo fácil de ocorrer, nossos cordões teriam 20 cm, e nossos bebês ficariam quietos numa só posição. A natureza teria cuidado de selecionar essas características.

O famoso prolapso de cordão - quando o mesmo desce pelo colo do útero e vagina antes da cabeça do bebê, interrompendo fatalmente o fluxo de sangue - é um evento igualmente raro, que ocorre principalmente quando o profissional de saúde rompe a bolsa artificialmente, e já há dilatação do colo do útero porém o bebê está alto. É nessa hora que o cordão pode vir com o líquido. Se não provocarmos a catástrofe artificialmente, na natureza ela é ainda mais rara.

As circulares de cordão no pescoço do bebê não representam risco adicional no parto, porque o bebê se movimenta muito menos no final da gestação e já não faz voltas incríveis e absurdas. O cordão sempre está enrolado no braço, no tronco, no pescoço. Uma grande vantagem da circular no pescoço é que o cordão não tem como descer abaixo da cabeça do bebê. Alguns chegam a ter até três ou quatro circulares, os babalorixás intrauterinos. Cerca de um terço dos bebês nascerá com pelo menos uma volta de cordão umbilical ao redor do pescoço.

Durante o trabalho de parto o útero contrai e empurra o bebê pelo canal de parto e conforme ele desce, o útero todo desce junto, inclusive placenta e cordão. Não há um aumento de tensão no cordão durante o parto. Tudo vem junto. A grande descida final acontece quando a cabeça do bebê finalmente sai de dentro de sua mãe, mas nesse momento é possível inclusive cortar o cordão, se for necessário. Em dez anos de prática, nunca fiz, nem nunca vi um(a) colega cortar um cordão nesse momento. Se o cordão chegou até ali, dá para o bebê nascer.

O mito do cordão que segura o bebê e que não permita que ele desça no canal de parto é outro que precisamos desafazer. O cordão não tem força para segurar um bebê que desce através da bacia pélvica. Se assim fosse, cedo ou tarde um cordão se romperia com o bebê ainda no meio do caminho e isso não existe. Como foi dito, o cordão está descendo junto com o bebê. O problema é que muitos profissionais de saúde incrivelmente não sabem que o trabalho de parto é caracterizado por esse vai e vem do bebê. Contração vem, bebê desce, contração vai, bebê sobe. Cada vez ele desce mais um pouquinho.

No momento em que o bebê nasce, o útero desce quase até a altura do umbigo, com a placenta colada e acompanhando o movimento de descida. ou seja, tudo vem junto, não se trata de um bebê bungee jumping. Em nível de curiosidade, sabia que o Brasil é um dos únicos países do mundo em que aparece "circular cervical de cordão" no laudo da ultrassonografia? Será que é por acaso que estamos com 52% de cesarianas?

Hoje em dia, entre as parteiras profissionais, já se discute inclusive a necessidade de se sentir se há ou não circular de cordão no momento em que a cabeça sai, e se há qualquer necessidade de se retirar essas alças por cima da cabeça. Pessoalmente penso que não e cada vez intervenho menos. Se a cabeça saiu, o resto vai sair por si só. Deixemos as mulheres e os bebês em paz, eles sabem o que estão fazendo. O monitoramento pode ser feito acessando batimentos, cor e aspecto do bebê.

Depois que o bebê nasce, o cordão não deve ser cortado antes de parar de pulsar. O sangue que está lá dentro pertence ao bebê. Aquele sangue é cheio de células T e hemoglobina, sendo muito importante para o primeiro ano de vida. O ideal é que deixemos esses cordões ligados o quanto for necessário. Podemos deixar até a placenta sair, se for o caso. Não há pressa em se cortar o cordão. O bebê não perde sangue por ali, ele só ganha. Em partos emergenciais a ordem é: não mexa no cordão. Tem até alguns grupos que deixam o bebê ligado no cordão (e portanto na placenta) durante horas e alguns durante dias. Cortar o cordão é apenas um ritual, não importa quando e como o façamos, desde que esperemos que ele pare de funcionar e passar sangue para o bebê.

Cordões umbilicais são fortes, são protegidos e protegem o bebê. Confiemos um pouco mais na natureza, que vem há cem mil anos filtrando os ajustes, montando um processo de parto que seja o mais seguro possível.

Fonte: Facebook.

sábado, 4 de maio de 2013

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Receita de soro caseiro para diarreia e vômito.


 Olá meninas, depois de tanto tempo, estou retomando as atividades bloguesféricas hoje, rs. E nada melhor para começar, do que um post né?!

 Então, hoje, eu iria com o Guga visitar a casa do vovô (meu pai), iríamos de tarde, mas quando deu meio dia e pouca, o Guga já havia feito coco 3 vezes, e estava meio líquido, então resolvi ficar em casa e deixar pra ir amanhã. Liguei pro meu pai e avisei. Coloquei o Guga pra dormir e vim pro computador dar uma pesquisada na net, pra fazer um soro caseiro pra ele, afinal, prevenção nunca é de mais né?!
 Como é uma coisa muito útil, eu vou passar a receita e algumas informações pra vocês, pois apesar de ser uma coisa boba, sei que muita gente (como eu), não sabe as medidas certas. (Meus comentários estão em azul.)

 "O tão famoso soro caseiro nada mais é que uma solução aquosa de açúcar e sal de cozinha recomendado para prevenir a desidratação.
A função do soro caseiro, dado por via oral, é repor água e sais minerais perdidos com os vômitos e diarreia.
O soro deve ser tomado à vontade, a cada 20 minutos, e após cada evacuação líquida ou vômito."

O certo, é usar uma colher padrão (como a da imagem abaixo), mas como eu nem sabia da existência desse utensílio (que é muito mais prático), fiz com uma colher normal mesmo.

Imagem: Google

Preparando o soro caseiro com a colher-padrão
Para evitar erros na concentração, a UNICEF preconiza a utilização de uma colher-padrão (disponível em todo posto de saúde) que apresenta as medidas para a preparação do soro:
• duas medidas rasas de açúcar (medida maior da colher-padrão);
• uma medida rasa de sal (medida menor da colher-padrão);
• um copo (200ml) de água filtrada e/ou fervida.

Preparando o soro caseiro sem a colher-padrão
Caso você não possua a colher-padrão, pode fazer o seguinte:

Modo 1
: Com uma balança de cozinha.
• 40g de açúcar (o soro caseiro tem 40g de açúcar comum, que é sacarose - esta se desdobra em 20g de frutose e 20g de glicose – somente essa é útil na absorção do sódio);
• 3,5g de sal;
• 1 litro de água filtrada e/ou fervida.
"O soro não deve ser nem mais doce e nem mais salgado que água de côco ou lágrima."

Modo 2: Com as próprias mãos.
• três pitadas de açúcar (alguns textos descrevem como um punhado);
• uma pitada (de três dedos) de sal;
• um copo (200ml) de água filtrada e/ou fervida.

Obs: Não se esqueça de lavar as mãos antes de preparar o soro!


Atenção: O soro deve ser ministrado apenas para prevenir a desidratação ou quando ocorrerem os sintomas iniciais. Em casos mais graves o paciente deve ser encaminhado imediatamente a um médico.
Fonte: Pediatria Brasil



O Ministério da Saúde distribui gratuitamente nos postos do país e nas unidades da rede Farmácia Popular o soro de reposição oral, que concentra 3,5 gramas de sal e 20 gramas de açúcar por litro de água. Atualmente, o soro caseiro só é recomendado em casos de emergência, pois os pais costumam superdosar esse preparo.

Sintomas da desidratação
Os sinais da desidratação por diarreia em crianças, a causa mais comum, são: moleira funda, boca seca, olho seco e choro sem lágrima. O tratamento deve ser feito com soro oral e/ou leite materno.
Já a desidratação por calor, mais rara – a criança tem que ficar o dia inteiro exposta ao sol ou fechada em um carro a 40° C -, causa boca seca e olho mais fundo. Especialistas recomendam o consumo de água, chá, suco e água de coco.

Preparo do soro oral
- Misturar todo o envelope em um litro de água fervida ou filtrada;
- Não adicionar açúcar nem sal;
- Não ferver o conteúdo depois de pronto;
- Só usá-lo por 24 horas. Após esse prazo, jogar fora o que sobrou e preparar mais um litro;
- Quando não houver a solução de reidratação oral, pode-se usar o soro caseiro, cuja colher-medida está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Fonte: Bem Estar (Globo)

"O soro caseiro é indicado para todas as idades e pode, inclusive, ser utilizado em cães e gatos, quando houver necessidade."
Fonte: Tua Saúde

Espero que tenham gostado do post, e que ele seja útil pra vocês, como foi pra mim. Beijos!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

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Estomatite.

Você sabe o que é Estomatite? É sempre bom se manter informada né! Mais uma reportagem pra vocês..

O diagnóstico é bem comum em fase escolar e os sintomas deixam os pais de cabelo em pé: febre, dor e a boca repleta de feridas. Conheça a doença e aprenda a aliviar o incômodo

O que é estomatite?
Embora remeta a estômago, a palavra vem do grego stoma, que significa boca. Portanto, a doença consiste em uma infecção viral que acomete a cavidade bucal, provocando lesões muito dolorosas, popularmente conhecidas como aftas, que podem se estender para a região da garganta.

O que causa o problema?
Na maioria das vezes, os vilões responsáveis pela encrenca atendem pelos nomes de Herpes simples (HSV-1) e Coxsackie, sendo o primeiro mais frequente.

A prevalência aumenta nas estações de outono e inverno?
Sim, por causa da aglomeração em ambientes fechados, típica desse período, com o intuito de se proteger do frio. Essa condição favorece a propagação viral.

Existe prevenção?
A melhor forma de proteção é evitar o contato com pessoas contaminadas. Os hábitos de higiene, como lavar as mãos com água e sabão frequentemente também ajudam a afastar não só os vírus da estomatite como outro micro-organismos nocivos.

Como ocorre o contágio?
A encrenca costuma das as caras, principalmente, na faixa etária entre 1 e 5 anos. É nessa fase que as crianças normalmente ingressam na creche ou na escolinha e convivem muito próximas aos coleguinhas, trocando secreções. Por esse motivo, a orientação é manter o pequeno com estomatite em casa, afastado do ambiente escolar, onde pode transmitir o vírus.

Quais os principais sintomas?
Feridas esbranquiçadas no centro e avermelhadas nas bordas surgem nas bochechas, na gengiva,  na língua, no pálato e/ou, em alguns casos, nas amígdalas. Dificuldade para engolir até mesmo líquidos faz com que a criança babe bastante. Outra manifestação comum é a febre, que pode chegar a 39 graus.

Há risco de complicações?
A consequência mais preocupante é a desidratação, já que a criança fica receosa em ingerir líquidos por conta da dor. Por isso, é importante insistir na oferta, variando entre água, sucos, água de côco e leite em temperatura ambiente. Observe se o seu filho fica mais de 8 horas sem urinar. Nesse caso, o melhor é comunicar ao pediatra. Há situações em que é necessária a internação do paciente.

Quanto tempo dura uma crise?
Até que o vírus cumpra seu ciclo, o que pode levar de 7 a 10 dias.

Como proceder, diante dos sintomas?
A primeira providência é consultar o pediatra. Ele prescreverá analgésicos, que devem ser administrados em horários fixos para manter a dor sob controle. Se necessário, o especialista  pode associar uma versão tópica, que facilita a ingestão de bebidas e de alimentos. A higiene bucal deve ser mantida com a frequência e procedimento corriqueiros, sem sucumbir à carinha de sofrimento do pequeno enfermo. Esse cuidado previne infecções secundárias por micro-organismos oportunistas, que se aproveitam da fragilidade do sistema imunológico. É o caso de fungos como a cândida, que podem arrastar a crise por até 20 dias.

E como deve ser a alimentação durante o quadro?
Dê preferência a alimentos pastosos, como purês de mandioquinha e de batata e aos líquidos mencionados anteriormente—chás, sucos,água-de-côco, leite... Frutas amassadinhas também são bem-vindas. Evite alimentos quentes e ácidos, que agridem ainda mais a mucosa.

Infecções de repetição são comuns?
Não. Em geral, a primeira crise é a mais agressiva, com lesões mais numerosas e muito desconforto. Depois que ela regride, porém, o micróbio não é eliminado do organismo. Ele se aloja nos nervos, esperando uma nova oportunidade para entrar em ação, quando o sistema de defesa abrir a guarda. É por isso que indivíduos que tiveram estomatite na infância podem apresentar aquelas lesões características da herpes, no lábio, quando chegarem à fase adulta. Mas, se o pequeno apresenta aftas em curtos intervalos de tempo, é necessário investigar outras causas, como traumas ou efeito colateral de medicamentos.

Fontes
Pediatra infectologista Marcio Caldeira Moreira, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo
Pediatra Maria Fernanda D’Amico, do Hospital Samaritano de São Paulo

quarta-feira, 17 de abril de 2013

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Eu não tive dilatação!

Levanta o mouse para cada vez que você ouviu essa frase, e também se você a proferiu. Não, esquece, você deve ter outras coisas a fazer depois de algumas horas levantando o mouse sem parar.

Vamos aos chocantes fatos: não existe falta de dilatação. Mas por favor, antes que você comece a ranger dentes e ficar com os olhos vermelhos de ódio, leia esse texto até o fim. Se sobrar alguma dúvida ou restar a discordância, conversemos com amor!

A dilatação do colo do útero é um processo passivo que ocorre quando as contrações encurtam as fibras musculares do útero, empurrando o bebê para baixo e puxando o colo para cima. Essas contrações, uma após a outra, vão puxando o colo de tal forma contra a cabeça do bebê, que é como se ele estivesse vestindo uma blusa de gola muito apertada. Cada vez que o útero contrai no trabalho de parto, a gola veste mais um pedaço de milímetro de sua cabecinha.

A contração passa, o colo relaxa, mas não volta a fechar o que já abriu. Na contração seguinte, é puxado mais um pouco. Lá pelas tantas o colo "veste" toda a cabeça do bebê, em seu maior diâmetro. Essa é a "dilatação total", e nessa hora o colo do útero tem aproximadamente 10 cm de diâmetro. 

Porque então tantas mulheres (especialmente as usuárias do serviço privado) têm tantos problemas de dilatação? Bem, existem algumas causas, vamos a elas:

1) Se a mulher não entrar em trabalho de parto e não ficar em trabalho de parto, ela obviamente não terá dilatação (a não ser que tenha uma patologia que a faça dilatar precocemente). Portanto quando a mulher vai na consulta de 38, 39 semanas, e o obstetra diz que ela não tem dilatação, o certo seria responder: "Claro, doutor, se eu estivesse em trabalho de parto eu saberia".

2) O trabalho de parto é caracterizado por contrações espontâneas de 3 em 3 minutos (aproximadamente), que duram de 1 minuto a 90 segundos. Em outras palavras, quando a mulher fica 12 horas "em trabalho de parto", com contrações a cada 10 minutos, isso não era trabalho de parto. Isso eram os pródromos, o princípio, a fase de instalação do processo do parto.

3) Tem mulher que demora mais para entrar em trabalho de parto efetivo, e pode ficar 2 ou 3 dias com contrações ritmadas, mas que não chegam a engrenar nos 3 em 3 minutos. É preciso muita paciência e muita doula para lidar com essa longa latência, mas o fato é que uma hora ela vai entrar em trabalho de parto.

4) Quando a bolsa se rompe e não há dilatação, é necessário esperar. Após longa espera, é possível se induzir o parto. Uma indução bem feita (preparação do colo com prostaglandinas e posterior aumento da dinâmica com ocitocina) pode levar 48 horas facilmente. Nem todo serviço e nem todo obstetra está disposto a ficar 48 horas induzindo um parto.

5) Ocitocina aplicada numa mulher sem dilatação só faz provocar contrações dolorosas, intensas, e que não fazem o colo do útero dilatar. Muitas vezes essa é a "técnica de convencimento" que alguns profissionais usam para a mulher desistir do parto normal e pedir uma cesárea pelo amor de Deus.

6) Dependendo do estado de tensão da mulher, ela pode bloquear a dilatação ou ter um processo muito lento, absurdamente lento. Para essas mulheres, a analgesia de parto normal (peridural ou combinada, raqui não) pode ser um tremendo alívio e não foram poucas as vezes que vi mulheres estacionadas nos 3 ou 4 ou 5 cm há muitas horas evoluírem para parto espontâneo apenas duas horas após analgesia. E se duvidam, posso indicar um anestesista com quem trabalho e que já testemunhou inúmeros casos assim, para explicar como isso funciona.

7) Em dez anos trabalhando semanalmente com três equipes que têm 10% de cesarianas, mais de 400 mulheres atendidas por mim quando era doula, além das centenas atendidas por elas em que eu não estava presente, mas sim outras doulas, eu nunca vi uma cesariana feita por falta de dilatação. Nunca! Nos 10% de cesarianas em trabalho de parto entraram basicamente: estresse fetal antes da dilatação total ou desproporção céfalo-pélvica. Em outras palavras, as poucas cesarianas feitas antes da dilatação total foram feitas porque o bebê se cansou e não dava mais para esperar terminar o processo de dilatação, sob risco dessa espera fazer mal ao bebê.

8) Para chegar de fato nos dois últimos centímetros de dilatação e atingir a tal  "dilatação total", o bebê já tem que estar descendo através da bacia pélvica. Por isso, nos casos em que há a verdadeira desproporção céfalo-pélvica, a mulher dilata até 8-9 cm. Talvez esse último centímetro que falta jamais venha a ser vencido. Após todas as tentativas de ajudar o nascimento, às vezes com algumas intervenções, pode ser que o bebê de fato não passe pela bacia pélvica, e nesse caso a cesariana seja feita quando a dilatação estacionou nos 8-9 cm.

9) A dilatação não é um processo simétrico. Ela depende da posição da cabeça do bebê. Normalmente o último centímetro a abrir está à frente da cabeça do bebê, próximo ao osso púbico materno, internamente. A esse último centímetro chamamos de "rebordo de colo" ou "rebordo anterior". Com paciência, esse último centímetro desaparecerá, e o bebê nascerá. Às vezes pode ser preciso ou pode ser útil abreviar o tempo do parto reduzindo-se esse último centímetro com um exame de toque. Isso se chama "redução do colo". É um processo doloroso, que deve ser evitado a todo custo, se possível.

10) A única coisa que pode impedir um colo de dilatar é um tumor grave no tecido. Tirando essa situação, todas as mulheres irão dilatar, se tiverem os recursos, tempo e equipe necessários.

Para aguardar que todas as mulheres dilatem, precisamos ter disponíveis profissionais bem dispostos, sem pressa, com repertório, incluindo parteiras, doulas, obstetras, anestesistas e pediatras. É preciso haver recursos completos para alívio da dor como ambiente agradável, bola, banqueta, banheira, chuveiro, massagem, alimentos, conforto para os acompanhantes, etc. E por fim, é preciso ter disponível analgesia de boa qualidade para as poucas mulheres que necessitam.

terça-feira, 9 de abril de 2013

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Funchicória? Não, obrigada!

Por que não devemos dar funchicória pros nossos bebês? Vou colar três textos sobre o assunto:

1º texto
: O pózinho parece ser tão mágico, mas olha só: o açúcar exacerbado de sua fórmula 'queima' as papilas gustativas sensíveis dos bebês e pode prejudicar a amamentação, pois o leite materno não é tão doce assim. A funchicórea contém a sacarina (ainda mais deletéria do que a sacarose, visto que é um produto 100% ARTIFICIAL, sintético) extraído do petróleo e que deixa resíduo amargo ao paladar, chega a ser 550 vezes mais doce que o açúcar!
Imagine isso na boca do bebê e depois como ele pode estranhar ao mamar porque o LM não é tão doce assim.
Além disso, é oferecido na chupeta, isso pode prejudicar o sucesso da amamentação se for oferecido muito no início (sim, existem controvérsias e muitas de vocês vão até discordar).
Outro fator angustiante é que ele NÃO É eliminado do organismo em associação ao ciclamato e existem evidências científicas de serem cancerígenos em ratos.
A sacarina está proibida em mais de 70 países, inclusive os EUA. Por quê será? Até as empresas de refrigerantes estão trocando a sacarina pela sucralose, mesmo sendo mais cara.

2º texto
: Sem contar que a comercialização da funchicórea foi proibida porque só um laboratório a fabricava/destribuia o Lab. Malpoejo que está sob intervenção em 6 produtos/medicamento por manipulação de substâncias não autorizadas pelo Ministério da Saúde.

3º texto: "Segundo os especialistas, não há qualquer comprovação científica de que os chás ou a popular funchicória tenham eficácia no combate às cólicas. Eles podem até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar. Esse seria, como dizem os médicos, um efeito placebo. 'No caso da funchicória, o fato de ser doce pode ajudar a acalmar a criança', explica o pediatra Ricardo Toma. Ele ressalta que, de qualquer forma, a indicação de qualquer medicamento para cólicas só pode vir do pediatra."
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC905345-2215,00.html

O que fazer quando ele tiver cólica então? Sugestões:

Sling, amamentar, massagens, esperar os 5 primeiros meses de vida passarem! (Sim, porque tem bebês que sentem cólicas até essa idade, o que não foi o caso do Guga Graças a Deus!

Se não há comprovação da eficácia da funchicórea, muitos pais se perguntam como é que o remédio diminuía as cólicas em muitos casos e por isso era sucesso entre as mamães há mais de 72 anos?
O que os médicos afirmam é que funcionava como um “remédio psicológico aos pais”. Explica-se: a família oferecia o remédio para a criança com cólica e ficava tranquila, pois havia a sensação de que algo já tinha sido feito. O sabor adocicado tirava a atenção do bebê da dor para o gosto prazeroso do doce e assim o bebê se acalmava momentaneamente.
A cólica nos três primeiros meses de vida do bebê é normal por causa da imaturidade do sistema digestivo e assim há dificuldade em digerir alguns componentes do leite levando à dor. Não há nenhum medicamento comprovado cientificamente que combata essas cólicas.
Algumas dicas podem ser levadas para evitar as cólicas. Leite materno é sempre a melhor pedida, pois a sua digestão é mais fácil. A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de vida sem a inclusão de água ou chás que também não resolvem as cólicas.

quinta-feira, 28 de março de 2013

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Maternidade Grude.

Especialistas revelam o lado positivo (e negativo) de se dedicar totalmente aos filhos
Amamentação prolongada, filhos que dormem junto com o casal... Especialistas opinam sobre a volta desse velho jeito de educar.


 Um pediatra americano, William Sears, causou polêmica. Ele propõe uma revolução na educação dos pequenos. Ele sugere que amãe entre em sintonia com o bebê para entender sua linguagem, suas necessidades e seus medos noturnos. Recomenda evitar a creche e transportar o filho sempre coladinho ao corpo. Embora um projeto assim obrigue uma revisão geral da carreira, sexualidade, liberdade e da vida social, uma parcela de mulheres já optou por esse estilo de criação. CLAUDIA convocou especialistas para discutir essa tendência da mãe grude e sintetiza aqui o que eles pensam.

O que diz a psicanálise?

Oscar Cesarotto, psicanalista, professor de comunicação e semiótica na PUC-SP

"A cama até podeser dividida como forma de brincar. Na rotina e no sexo, porém, homem e mulher não precisam de mais ninguém ali. Mas, se ela só enxerga o filho, o marido fica ressentido e impotente. Quando busca o psicanalista para reconquistá-la e a neurose é grande, chega odiando o concorrente. Em casos extremos, a supermãe vai à loucura se o quadro se perpetua. Freud dizia que o bebê chupa o peito porque precisa do leite e gosta de peito. Amamentar é gozo. Também para a mulher. Ela cultua o ato ao longo de cinco, seis anos por estar apreciando. Nada contra,não fosse a carga que pesa sobre o filho. Para se tornar adulto e desejar outro ser – já que a mãe não será sua –, terá de fugir do incesto. Há mais de100 anos, a psicanálise vem mostrando que, lamentavelmente, temos de perder. Perdemos a placenta, onde flutuamos, a mama... Todo afastamento é uma castração. Nesse caso, necessária. Espontaneamente, a criança não decidirá parar de mamar. Então, não há negociação: cabe ao adulto cortar. A família toda sofre. O desmame é traumático, mas não tão devastador. Afinal, todo mundo superou. Por último, a educação com apego é só mais uma onda. Nos anos 1970, as mulheres foram trabalhar, os bebês ganharam o leite em pó e a creche. Nos 1990, elas retomaram a amamentação até os seis meses e usaram o dinheiro que ganharam para comprar qualidade de vida. É pouco. Agora, tendo tanto tempo e amamentando tanto, perseguem a hiperqualidade de vida. E estão tendo, por isso, cobertura na mídia. Não é muito narcisismo?” Fonte: Facebook.

segunda-feira, 25 de março de 2013

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Brinquedos e brincadeiras: o estímulo certo para cada idade.

que oferecer como presente para as crianças? É muito comum vermos pais que compram presentes baseados em suas expectativas e desejos não realizados. Um bom exemplo é o autorama para o menino de 1 ano, quem será que vai brincar? Ele ou o pai?
Uma imagem que ficou muito marcada para mim foi no natal de 1990. Meu filho mais velho, então com 2 anos, pediu de presente uma moto do batman. E eu realizei seu desejo, quer dizer o papai noel realizou... Ele ganhou um velotrol (vocês lembram o que é isso?) uma espécie de moto com pedais, do batman, é claro! Eu sempre quiz ter um e achei que ele ia adorar aquela moto enorme... E ele adorou... a caixa do brinquedo!!! Passou dias brincando de entrar e sair da caixa até ela ficar destruída!!!

Conhecer o que a criança é capaz de fazer em cada idade, saber a que tipo de estímulo o cérebro infantil está preparado para receber pode ajudar não só na escolha do brinquedo como orientar o tipo de brincadeira.


1 MÊS
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Agita as mãos fechadas, enxerga sem nitidez e apenas o que está a menos de 30 centímetros, responde aos sons de chocalhos, sente prazer ao ser acariciada.
COMO ESTIMULAR:
O principal estímulo é o toque. Isso a faz sentir-se protegida.

2 MESES
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Segue objetos com os olhos, esboça sorriso, começa a balbuciar, reconhece a voz da mãe e a procura.
COMO ESTIMULAR:
Instalar móbiles no berço para que o bebê possa acompanhar seus movimentos.

3 MESES
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Descobre as mãos e as leva à boca, movimenta braços e pernas de forma simultânea.
COMO ESTIMULAR:
Deixe a criança levar a mão à boca. Assim ela se interessará em pegar objetos. Ofereça mordedores e outros instrumentos de cores vibrantes.

4-5 MESES
O QUE A CRIANÇA FAZ:
4 meses - chora quando deixada sozinha por muito tempo, começa a reconhecer o pai, deixa de ser alimentada apenas com o leite.
5 meses - Percebe pessoas estranhas.
COMO ESTIMULAR:
Imitar sons da criança é uma forma de se comunicar com ela. Oferecer vários sucos de frutas desenvolve o paladar. A variação de alimentos também proporciona cheiros diferentes e estimula o olfato.

6-7 MESES
O QUE A CRIANÇA FAZ:
6 meses - começa a discriminar cores. Vira a cabeça para procurar um objeto, segura a mamadeira, começa a sentar sem apoio, dá arrancos na locomoção, balança o corpo. Os balbucios tomam forma de linguagem.
7 meses - Começa a engatinhar.

COMO ESTIMULAR:
Para incentivar a criança a sentar, a melhor posição é colocá-la de pernas bem abertas e com as mãos no meio. Brinquedos podem ser postos distantes da criança para que ela se sinta estimulada a ir buscá-los e começar a se arrastar. Outra forma de estímulo é o animal de estimação. Quando a criança observa o gato ou o cachorro andando pela casa, quer segui-lo. Evite a linguagem tatibitate. Use palavras simples e de maneira clara.

8 MESES
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Percebe que a mãe é uma pessoa separada dela e fica angustiada. Por isso chora à noite com mais freqüência. Começa a dizer “dá” e brinca com prazer.
COMO ESTIMULAR:
A mãe pode ir até o quarto do bebê e acalmá-lo com colo ou colocando uma música que ele goste. Assim, a mãe demonstra que está por perto. A presença da mãe pode ser substituída por um objeto (paninho, chupeta, ursinho) ao qual a criança tenha se afeiçoado e que é deixado no berço.

9 MESES – 1 ANO
O QUE A CRIANÇA FAZ:
9 meses - demonstra vontade de ficar em pé, bate palmas, brinca de esconder, responde ao próprio nome, entende o significado da palavra não.
10 meses - anda segurando em móveis, olha e acompanha figuras em livros.
11 meses - tenta andar sem apoio, segura a colher, aponta os objetos que deseja pegar, repete o sorriso com os outros.
1 ano - começa a andar, quer explorar a casa, consegue folhear um livro, faz riscos no papel, expressa as primeiras sílabas.
COMO ESTIMULAR:
Deixar objetos espalhados pela casa com os quais a criança possa brincar sem se machucar, como bolas. Oferecer livros com cores vivas.

2 ANOS
O QUE A CRIANÇA FAZ:
consegue chutar bola, começa a treinar a representação de papéis e faz-de-conta.
COMO ESTIMULAR:
Contar histórias e incentivá-la a representar personagens. Se não tiver uma resposta pronta para alguma pergunta, pesquise em um livro. A criança será encorajada a fazer o mesmo no futuro. Para ajudá-la no raciocínio, em vez de pedir para que ela conte até nove, por exemplo, peça para ela juntar essa quantia de brinquedos.

3 ANOS
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Começa a pedalar, consegue mais firmeza motora a ponto de poder segurar um lápis ou bater no tambor com a baqueta, compartilha as brincadeiras com os coleguinhas. Está pronta para começar a ser alfabetizada.

COMO ESTIMULAR:
Dê lápis e papel, facilite o contato com crianças da mesma idade para que a observação da maneira como os coleguinhas brincam possa enriquecer as suas próprias experiências.

4 ANOS
O QUE A CRIANÇA FAZ:
O cérebro está completamente apto a aprender novos idiomas.
COMO ESTIMULAR:
Colocar a criança numa escola de idiomas.

5 ANOS
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Já consegue lavar o rosto e tem maior coordenação motora. Aprende a se vestir sozinha.
COMO ESTIMULAR:
Boa hora para iniciar algum esporte como a natação ou incentivar a criança a vestir sua própria roupa. Pode-se fazer uma pré-seleção de peças para que ela escolha.

6 ANOS
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Está em condições de fazer esportes coletivos e assumir algumas responsabilidades.
COMO ESTIMULAR:
Ter de cuidar de um animal de estimação é uma forma de a criança desenvolver, de maneira agradável e afetiva, a responsabilidade.

7 ANOS
O QUE A CRIANÇA FAZ:
Consegue ler e escrever frases mais longas e já pode tentar assistir a filmes legendados.
COMO ESTIMULAR:
Levar a criança ao cinema e ajudá-la na leitura das legendas. Mostrar-lhe artigos de revistas e jornais e não parar de ler livros para ela. Apesar de saber ler, ela gosta da companhia dos pais.
fonte: Revista Istoé Fonte: Facebook.

terça-feira, 19 de março de 2013

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Os primeiros alimentos do bebê.

Depois de um longo período em que o pequeno se alimenta apenas de leite materno, saiba como incorporar as papinhas, as sopinhas e as frutas ao cardápio.

Aos 6 meses, uma grande mudança acontece na vida do pequeno: além do leite materno, ele passa a saborear papinhas, sopas e frutas. Essa adaptação nem sempre é fácil. Algumas crianças, simplesmente, não aceitam a novidade. Para ajudar mãe e filho nessa transição, reunimos dicas preciosas de nutricionistas e pediatras. A ideia é tornar a hora da refeição um momento prazeroso e cheio de descobertas para a garotada. Bom apetite!

1. Hábitos alimentares saudáveis começam pela amamentação
Até os 6 meses, nada de água, chás e sucos, somente leite do peito. Além de nutrir, imunizar e estreitar laços afetivos, o alimento materno deixa lições que a criança guarda para o resto da vida. Uma das mais importantes delas é a chamada autorregulação. Ao decidir quanto e quando vai mamar, o recém-nascido aprende a lidar com a saciedade, o que reduz e muito o risco de obesidade no futuro. Aliás, um deslize bastante comum nessa fase é associar sempre o choro à fome. Dar o peito toda vez que o pequeno abre o berreiro pode fazer com que ele recorra à comida a cada frustração da vida. Nessa fase, seu filho também já começa a ter contato com os diferentes sabores dos alimentos. Isso acontece porque o gosto do leite muda conforme a dieta da mãe. Portanto, é absolutamente recomendável que a família siga uma alimentação balanceada, fugindo da monotonia.

2. Nada de substituir o leite materno pelo leite de vaca integral
Na impossibilidade de amamentar, os pais devem fornecer fórmulas infantis prescritas pelo pediatra. Isso vale especialmente para o primeiro ano de vida. Nada de substituir o leite materno pelo leite de vaca integral, o que pode comprometer o desenvolvimento da criança, deixando sequelas. De acordo com os especialistas, o consumo da bebida láctea de origem animal nessa fase pode levar à sobrecarga renal devido ao excesso de proteína e sódio. Sem contar no baixo fornecimento de ácidos graxos essenciais, ferro, zinco e algumas vitaminas. Em outras palavras, há o risco de problemas cognitivos, anemia, prejuízo ao crescimento, falta de proteção contra infecções e mais vulnerabilidade a doenças crônicas.

3. Ao preparar a papinha, não use o liquidificador
O sexto mês marca uma mudança importante na dieta de uma criança. É o período em que os pais devem introduzir as papinhas na rotina alimentar dos filhos. Tanto salgadas como doces. Serão, em média, quatro mamadas para duas papas. Aqui uma dica importante é jamais usar o liquidificador, que tritura sem piedade qualquer ingrediente. Os pediatras seguem uma receita clássica: a papinha deve ser pastosa, mas não totalmente liquefeita. Em outras palavras, você terá de peneirar, ralar, raspar, espremer ou amassar os alimentos nessa primeira etapa. Não existe restrição em relação às frutas a serem usadas, embora muitos evitem as mais ácidas - preferem a laranja-lima, por exemplo. Seja como for, a principal preocupação é que elas sejam frescas, in natura e, de preferência, da estação.

4. A primeira papa salgada deve ser oferecida junto com a doce
Se a criança não aceitar bem a novidade, complemente a refeição com o leite materno. Entre os grupos de alimentos que podem ser cozidos, peneirados e amassados, estão as principais categorias: cereais ou tubérculos, leguminosas, carne (vaca e frango) e hortaliças (verduras e legumes). O óleo vegetal deve ser usado em menor quantidade. As sopinhas podem ser preparadas, por exemplo, com batata, cenoura, caldo de músculo, cebola, sal e azeite. Pode-se também incluir outros legumes, folhas e carnes. Fica o recado: é imprescindível usar alimentos frescos e tomar cuidado com o excesso de sal, além de evitar temperos fortes, como a pimenta.

5. Ofereça água e suco no copo
Nessa fase, o bebê também deve começar a tomar água e sucos naturais, sem a adição de açúcar. Procure oferecer, no máximo, 100 mililitros por dia. Sempre no copo para não ameaçar a amamentação com a confusão de bicos. Os sucos, principalmente os de frutas cítricas, devem ser oferecidos após as refeições para melhorar a absorção do ferro, presente, por exemplo, na carne vermelha, no feijão e nas folhas verde-escuras. Jamais substitua os alimentos sólidos por bebidas. Para matar a sede, dê a água e não o suco.

6. Use vários tipos de peneira
Depois que o novo cardápio já entrou na rotina alimentar da criança, suas refeições se resumirão a três mamadas e três papinhas, duas salgadas e uma doce, além dos sucos e da água. Para graduar a consistência das sopinhas, vale a pena investir em diferentes peneiras. A ideia é usar telas com entrançamentos cada vez menos estreitos, permitindo que os alimentos fiquem paulatinamente mais endurecidos.

7. Nada de festa se o pequeno raspou o prato
A introdução dos alimentos sólidos pode gerar estranhamento e estresse na criança. Leve isso em consideração ao colocá-la no cadeirão. Com o tempo, ela deve se render aos prazeres da comida, mas, até lá, tenha bastante paciência. Fuja dos modelos de recompensa e de ameaça. Quer dizer, nada de festa se raspou o prato ou broncas porque cuspiu a comida. O ambiente deve ser o mais tranquilo e aconchegante possível na hora da refeição. O cansaço, a irritação e o nervosismo dos pais interferem no humor do bebê. Adotar horários fixos também é importante, assim o organismo do pequeno vai se acostumando à rotina.

8. Aos 9 meses, separe os alimentos
Do nono mês até o primeiro ano de vida, o bebê deve passar gradativamente para a refeição da família, com ajuste apenas na consistência dos alimentos. Não é preciso lembrar a importância dos hábitos alimentares da casa na dieta dessa criança. Se os pais comem lasanha congelada, sanduíches e pizza vários dias por semana, a criança terá dificuldades para criar uma dieta saudável. O cardápio deve ter alimentos variados, coloridos e frescos. A monotonia é outro risco que deve ser evitado, sob pena de o pequeno se tornar seletivo demais. Uma dica valiosa é separar os alimentos para que ele sinta o gosto de cada um. Se possível, prepare refeições que encham os olhos. Vale, inclusive, optar por pratos infantis, que já vêm com divisórias. Procure também deixar seu filho apreciar o aroma da comida, feita na hora. Tudo isso vai despertar os sentidos dele. Ah, a reunião de toda a família à mesa é mais um fator a favor da alimentação saudável.


Fontes
Médica Roseli Oselka Saccardo Sarni, presidente do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria;

Nutricionista Susy Graff, especialista em nutrição clínica e responsável pelo site Nutrikids.

E aí, gostaram do post? Quase nunca vejo posts sobre o assunto, então achei legal dividir com vocês;
Beijos e já sabem, comentem à vontade, e perguntem o que quiserem, não esquecendo da educação!

Nascimento do Príncipe