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terça-feira, 5 de novembro de 2013

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Contrações e Contrações de treinamento (ou de Braxton Hicks)

Hoje eu vim falar de um assunto que provavelmente toda gravidinha já ouviu, as tais contrações de treinamento, ou Contrações de Braxton-Hicks.
Vou postar um textinho do BabyCenter e depois vou dizer como foi comigo :)

Contrações de treinamento (ou de Braxton-Hicks)

O que são as tais contrações falsas, de treinamento ou de Braxton-Hicks?Lá pela metade de sua gravidez, às vezes até antes, você pode notar que os músculos do seu útero deixam sua barriga dura, o que dura de 30 a 60 segundos. Nem todas as mulheres sentem essas contrações, que surgem aleatoriamente e costumam ser indolores.

Elas recebem o nome de contrações de treinamento, contrações "falsas" ou contrações de Braxton-Hicks, em homenagem ao médico inglês John Braxton Hicks, que as descreveu pela primeira vez em 1872.

Os especialistas acreditam que elas sejam uma espécie de treino do corpo para o trabalho de parto. Alguns acham que elas colaboram para o processo de "apagamento" do colo do útero (que vai ficando mais fino) e para a dilatação.

As contrações de treinamento costumam ser sentidas a partir de 16 semanas, ou bem mais tarde. Mas também é normal não sentir essas contrações nenhuma vez.

Como vou saber se são as contrações de treinamento ou as de verdade?A maioria das grávidas de primeira viagem faz essa pergunta, e a resposta mais adequada, a que recebem dos médicos e de quem já passou por isso, chega a dar raiva: "Você vai saber quando for trabalho de parto de verdade". Mas eles estão certos. Veja as diferenças:

Contrações de treinamento

• Acontecem só algumas vezes por dia, e não mais que duas vezes por hora
• Normalmente param quando você muda de atividade. Se você passou muito tempo sentada, levante-se e caminhe. Se ficou muito tempo de pé, sente-se ou deite-se
• São irregulares, não pegam ritmo. Ou, se pegam, é só por um período curto
• Não são muito compridas: duram menos de um minuto
• Não vão aumentando de intensidade
• Podem atingir só uma parte da barriga
• Podem ser deflagradas pelos movimentos ou pela posição do bebê

Contrações do trabalho de parto (contrações verdadeiras)

• Mais compridas: a barriga fica dura por mais tempoMais regulares
• Mais doloridas
• Não param de vir. Cada uma que vem é mais forte que a outra, e o intervalo entre elas vai ficando cada vez menos
• Não melhoram se você mudar de atividade
• Atingem a barriga inteira e às vezes as costas
• Não dependem da posição ou da movimentação do bebê

O ritmo é o mais importante, preste atenção nele. Sempre que perceber que está tendo várias contrações, marque o horário, para acompanhar o intervalo entre elas.

E se as contrações de Braxton Hicks começarem a doer?

À medida que sua gravidez avança, esse tipo de contração pode ficar mais intensa, e é possível que doa. Quando elas começarem a ficar mais fortes e frequentes, você pode até achar que o trabalho de parto começou para valer, mas o tempo passa e elas continuam irregulares em termos de intensidade, frequência e duração -- e podem até desaparecer completamente, levando você à loucura. São os chamados alarmes falsos. Se você sentir que suas contrações estão diminuindo ou se espaçando, provavelmente elas não passaram de contrações de Braxton-Hicks (ou falso trabalho de parto). Uma sugestão é usar as contrações de treinamento para praticar técnicas de respiração que vão ajudá-la no parto vaginal.

O que eu devo fazer para aliviar o desconforto das contrações falsas?

Muitas mulheres acabam notando que as contrações vêm com mais frequência quando elas fazem alguma atividade física, mesmo que seja tirar as compras do carro. Outras percebem que a bexiga cheia demais deflagra contrações de treinamento. Se as contrações estiverem incomodando você, faça o seguinte:
• Vá ao banheiro fazer xixi
• Mude de atividade. Se estava em pé, deite-se um pouco. Se ficou muito tempo sentada, levante-se e dê uma caminhada
• Tome um copo d'água
• Se ainda assim não melhorar, você pode tomar um banho morno

Quando devo me preocupar com as contrações?

Procure atendimento médico se:

Para quem está com menos de 37 semanas• Se a contração for acompanhada de secreção vaginal parecida com água ou sangue. Podem ser sintomas de rompimento da bolsa ou de problemas com a placenta.
• Se sentir mais de três ou quatro contrações em uma hora, ou se elas estiverem vindo em intervalos regulares. Pode ser sinal de trabalho de parto prematuro.

Para quem está com 37 semanas ou mais• Você só precisa procurar o médico quando suas contrações durarem cerca de 60 segundos cada uma e acontecerem a um intervalo de cinco em cinco minutos, tirando as mulheres com histórico de parto rápido ou que morem muito longe do hospital. Nesses casos, é melhor procurar orientação se as contrações estiverem regulares, independentemente do intervalo.

Fonte: BabyCenter.

Minha Experiência:
Então, quando estava grávida do Guga, sentia a barriga ficar dura e não entendia nada, minha tia que me disse que eram as tais contrações de treinamento. Era estranho, e incômodo. A barriga ficava dura MESMO e eu ficava cutucando pra ver se passava, kk.

Como saber se estou sentindo as verdadeiras contrações? Eu também me fazia essa pergunta, mas confie em si mesma, e acredite, você vai saber quando começarem as verdadeiras contrações! rs.

Beijos e até a próxima!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

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6 meses de licença-maternidade.

Se tem uma coisa que eu nunca entendi, foi os médicos e o governo incentivarem tanto a amamentação exclusiva até os seis meses, e o máximo de licença-maternidade garantido pela ser só 4 meses. Esses dia, lendo o blog da Aline, eu vi que isso está prestes (ou não) pra mudar, que isso depende muito da gente também! Aqui, os dois textos que ela postou no blog dela, e eu aconselho que vocês leiam e rebloguem!..

"A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses tem sido alvo de discussões nos últimos anos. O Senado aprovou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 064/2007, de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), que defende seis meses de licença-maternidade obrigatória a todas as trabalhadoras.
Essa nova proposta ainda tramita na Câmara dos Deputados e não há previsão de quando deve entrar em vigor. Mas desde a sanção da lei 11780, em 2008, políticos, médicos e especialistas em carreira têm discutido os prós e contras da licença-maternidade de seis meses. De acordo com a lei atual, apenas as mães que trabalham em empresas parceiras do Programa Empresa Cidadã têm direito à licença ampliada de seis meses, assim como as funcionárias públicas.
Em declaração à Agência Senado, a autora da nova PEC disse que a proposta é resultado de suas observações quando atuava como pediatra. “Via a angústia das mães quando tinham que voltar ao trabalho. Com a licença de seis meses, elas podem retornar mais produtivas e tranquilas, sabendo que as crianças terão a garantia de um desenvolvimento psíquico mais equilibrado”, disse a senadora."
Fonte: Crescer.

Benefícios da Amamentação Exclusiva por 6 meses
A Parto do Princípio está mobilizando uma campanha nacional para aumentar a licença maternidade de 120 para 180 dias. Convidamos homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, a cobrar seus deputados federais para que estes aprovem o Projeto de Emenda Constitucional nº 515/2010, que tem como objetivo alterar, na Constituição Federal, a duração da licença maternidade.
Somos favoráveis que a licença maternidade seja de seis meses (180 dias) porque esse período é, de fato fundamental para que toda família adapte-se à chegada do bebê. Além disso, nesses primeiros seis meses de vida, como inúmeros estudos já comprovaram, a alimentação do bebê deve ser exclusivamente o leite materno – o que deixa evidente a dependência do bebê em relação à sua mãe durante esse período.
A legislação brasileira garante licença maternidade de quatro meses para todas as mães trabalhadoras, mesmo que seus bebem sejam adotivos. Esse período, de fato, é fundamental para a família, mas não é suficiente para garantir o desenvolvimento emocional, físico e imunológico do bebê, bem como para o estabelecimento da amamentação exclusiva, o bem-estar materno e paterno e um retorno saudável e eficiente para o trabalho.
O aleitamento materno tem papel crucial nesse começo de vida. Sua função não se restringe à alimentação do bebê, mas se estende ao estabelecimento do vínculo com a mãe e à formação do sistema imunológico do bebê. Quando a mãe amamenta, produz inúmeros benefícios, como proteger a criança de doenças (infecções, doenças atópicas e diabetes mellitus), garante seu desenvolvimento físico e motor (desenvolvimento da musculatura oral interna e externa, desenvolvimento ortodôntico, reflexos de sucção e de deglutição, desenvolvimento respiratório, dentre outros), seu desenvolvimento emocional (formação de vínculo, autonomia), promove melhor desenvolvimento neurológico (desenvolvimento cognitivo) e ainda a mãe se beneficia com o retorno de seu organismo que se modificou durante a gravidez (peso, tamanho uterino, alterações hormonais), protege-se temporariamente de uma nova gravidez, protege-se de possíveis doenças futuras (câncer de mama e de ovário, fraturas no quadril e osteoporose) e ainda, a amamanetação facilita o estabelecimento do vínculo com seu bebê, que promove maior segurança na sua nova função de maternar.
Bebês alimentados artificialmente têm maior risco de contrair:
Infecções gastrointestinais, infecções respiratórias, enterocolite necrosante, infecções de ouvido, alergias (eczema, asma e dificuldade respiratória), diabetes.
Hoje, sabe-se que todos esses benefícios são ainda maiores quando a amamentação exclusiva estende-se até o sexto-mês de vida da criança. E é por esse motivo que está tramitando um Projeto de Emenda Constitucional (PEC 515/2010) que pretende tornar obrigatória a licença maternidade de 6 meses para todas as trabalhadoras.
Lembre-se: a amamentação exclusiva pelos 6 primeiros meses evita a morte do bebê! Crianças menores de 6 meses que não mamam no peito têm 84% mais chances de quadros de diarréia em comparação com aquelas que são alimentadas exclusivamente com leite materno.
Além disso, o que é nítido em termos de políticas públicas, é que o aleitamento materno exclusivo, ao proteger mãe e bebê física e emocionalmente, diminui os custos do governo com remédios, tratamentos, leitos hospitalares e remuneração de profissionais de saúde para tratar doenças que acometem mais freqüentemente os bebês que não foram amamentados e as mães que não puderam amamentar. Diminui também os gastos do governo com fórmulas artificiais, sobretudo as fórmulas artificiais específicas (anti-alergênicas e probióticas), uma vez que o leite materno é o alimento ideal para o bebê.
O aumento da duração da licença maternidade de 4 para 6 meses contribui também para o meio ambiente, devido à redução da fabricação e uso de materiais danosos ao meio ambiente, como produção de materiais plásticos (mamadeira que advém de recursos do petróleo), assim como o uso de combustível e água usados na preparação de fórmulas artificiais.
A amamentação é considerada uma das estratégias de maior e melhor custo-benefício. Com o aleitamento materno todo mundo sai ganhando: famílias, governo e patrões economizam. Criança que mama no peito fica doente menos vezes e, como conseqüência os pais gastam menos, sentem-se mais seguros, faltam menos ao trabalho e solicitam menos vezes os serviços de saúde.
A amamentação precisa ser protegida e apoiada! Nossos filhos têm direito à saúde e o Estado tem o dever de dar condições para que isso possa ocorrer.
E essa deve ser uma luta de todos nós! Cuidar de nossos filhos é investir no futuro!
Fonte: Parto do princípio

terça-feira, 9 de abril de 2013

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Funchicória? Não, obrigada!

Por que não devemos dar funchicória pros nossos bebês? Vou colar três textos sobre o assunto:

1º texto
: O pózinho parece ser tão mágico, mas olha só: o açúcar exacerbado de sua fórmula 'queima' as papilas gustativas sensíveis dos bebês e pode prejudicar a amamentação, pois o leite materno não é tão doce assim. A funchicórea contém a sacarina (ainda mais deletéria do que a sacarose, visto que é um produto 100% ARTIFICIAL, sintético) extraído do petróleo e que deixa resíduo amargo ao paladar, chega a ser 550 vezes mais doce que o açúcar!
Imagine isso na boca do bebê e depois como ele pode estranhar ao mamar porque o LM não é tão doce assim.
Além disso, é oferecido na chupeta, isso pode prejudicar o sucesso da amamentação se for oferecido muito no início (sim, existem controvérsias e muitas de vocês vão até discordar).
Outro fator angustiante é que ele NÃO É eliminado do organismo em associação ao ciclamato e existem evidências científicas de serem cancerígenos em ratos.
A sacarina está proibida em mais de 70 países, inclusive os EUA. Por quê será? Até as empresas de refrigerantes estão trocando a sacarina pela sucralose, mesmo sendo mais cara.

2º texto
: Sem contar que a comercialização da funchicórea foi proibida porque só um laboratório a fabricava/destribuia o Lab. Malpoejo que está sob intervenção em 6 produtos/medicamento por manipulação de substâncias não autorizadas pelo Ministério da Saúde.

3º texto: "Segundo os especialistas, não há qualquer comprovação científica de que os chás ou a popular funchicória tenham eficácia no combate às cólicas. Eles podem até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar. Esse seria, como dizem os médicos, um efeito placebo. 'No caso da funchicória, o fato de ser doce pode ajudar a acalmar a criança', explica o pediatra Ricardo Toma. Ele ressalta que, de qualquer forma, a indicação de qualquer medicamento para cólicas só pode vir do pediatra."
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC905345-2215,00.html

O que fazer quando ele tiver cólica então? Sugestões:

Sling, amamentar, massagens, esperar os 5 primeiros meses de vida passarem! (Sim, porque tem bebês que sentem cólicas até essa idade, o que não foi o caso do Guga Graças a Deus!

Se não há comprovação da eficácia da funchicórea, muitos pais se perguntam como é que o remédio diminuía as cólicas em muitos casos e por isso era sucesso entre as mamães há mais de 72 anos?
O que os médicos afirmam é que funcionava como um “remédio psicológico aos pais”. Explica-se: a família oferecia o remédio para a criança com cólica e ficava tranquila, pois havia a sensação de que algo já tinha sido feito. O sabor adocicado tirava a atenção do bebê da dor para o gosto prazeroso do doce e assim o bebê se acalmava momentaneamente.
A cólica nos três primeiros meses de vida do bebê é normal por causa da imaturidade do sistema digestivo e assim há dificuldade em digerir alguns componentes do leite levando à dor. Não há nenhum medicamento comprovado cientificamente que combata essas cólicas.
Algumas dicas podem ser levadas para evitar as cólicas. Leite materno é sempre a melhor pedida, pois a sua digestão é mais fácil. A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de vida sem a inclusão de água ou chás que também não resolvem as cólicas.

quinta-feira, 28 de março de 2013

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Maternidade Grude.

Especialistas revelam o lado positivo (e negativo) de se dedicar totalmente aos filhos
Amamentação prolongada, filhos que dormem junto com o casal... Especialistas opinam sobre a volta desse velho jeito de educar.


 Um pediatra americano, William Sears, causou polêmica. Ele propõe uma revolução na educação dos pequenos. Ele sugere que amãe entre em sintonia com o bebê para entender sua linguagem, suas necessidades e seus medos noturnos. Recomenda evitar a creche e transportar o filho sempre coladinho ao corpo. Embora um projeto assim obrigue uma revisão geral da carreira, sexualidade, liberdade e da vida social, uma parcela de mulheres já optou por esse estilo de criação. CLAUDIA convocou especialistas para discutir essa tendência da mãe grude e sintetiza aqui o que eles pensam.

O que diz a psicanálise?

Oscar Cesarotto, psicanalista, professor de comunicação e semiótica na PUC-SP

"A cama até podeser dividida como forma de brincar. Na rotina e no sexo, porém, homem e mulher não precisam de mais ninguém ali. Mas, se ela só enxerga o filho, o marido fica ressentido e impotente. Quando busca o psicanalista para reconquistá-la e a neurose é grande, chega odiando o concorrente. Em casos extremos, a supermãe vai à loucura se o quadro se perpetua. Freud dizia que o bebê chupa o peito porque precisa do leite e gosta de peito. Amamentar é gozo. Também para a mulher. Ela cultua o ato ao longo de cinco, seis anos por estar apreciando. Nada contra,não fosse a carga que pesa sobre o filho. Para se tornar adulto e desejar outro ser – já que a mãe não será sua –, terá de fugir do incesto. Há mais de100 anos, a psicanálise vem mostrando que, lamentavelmente, temos de perder. Perdemos a placenta, onde flutuamos, a mama... Todo afastamento é uma castração. Nesse caso, necessária. Espontaneamente, a criança não decidirá parar de mamar. Então, não há negociação: cabe ao adulto cortar. A família toda sofre. O desmame é traumático, mas não tão devastador. Afinal, todo mundo superou. Por último, a educação com apego é só mais uma onda. Nos anos 1970, as mulheres foram trabalhar, os bebês ganharam o leite em pó e a creche. Nos 1990, elas retomaram a amamentação até os seis meses e usaram o dinheiro que ganharam para comprar qualidade de vida. É pouco. Agora, tendo tanto tempo e amamentando tanto, perseguem a hiperqualidade de vida. E estão tendo, por isso, cobertura na mídia. Não é muito narcisismo?” Fonte: Facebook.

terça-feira, 26 de março de 2013

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Tempo, cadê você meu lindo?!


Pois é meninas, depois que comecei a estudar eu não tenho mais tempo pra NADA! Estou simplesmente um caco, não durmo direito, esqueci até da porcaria da consulta do pediatra (que era hoje), e ele já estava a dois meses sem consulta por conta das férias da pediatra (justo agora ¬¬), a vacina está mais de um mês atrasada, e simplesmente não tem no posto!
Em meio a tanta desordem, faltei a escola na sexta e fui fazer o cpf dele, pra fazer logo a porcaria do plano.
Porém, não sabia que tinha que marcar pra fazer o rg, fala sério né, na minha época era só chegar lá e fazer..
Sério gente, não tenho tempo pra mais NADA!
Tenho que lembrar dos trabalhos da escolas, dos testes, dos livros que tenho que levar..
Sério, estou pirando! A-M-O estar estudando, afinal é quando eu deixo um pouco de lado a mãe/esposa/dona de casa, mas tá difícil viu..
Eu não tenho mais tempo nem de fazer a unha, sério mesmo, meu dedão do pé, tá MEGA encravado, com puz e tudo e não consigo ir na manicure, a casa então, nem se fala, tá um lixo. O final de semana, parecem que são horas, passa voando..
Até a nossa queria Mamãe Roberta Soares, que ganhou o nosso sorteio em parceria com as Fraldas Capricho, não recebeu ainda o prêmio, porque eu não tive tempo de ir nos Correios postar..
Estou ficando doida, não sei mais o que fazer, vocês devem até ter percebido que não postei mais fotos do Projeto 365 Dias, e estou até pensando em desistir, afinal, mais de dois meses que eu não posto..


Não tenho nem conseguido postar sobre os mesversários, nem nada sobre o Guga, só posto coisas que já tenho salvas no rascunhos, pra não desativar o blog mesmo..
É, ser mãe e estudante não é fácil viu.. Pior ainda quando se está naqueles dias --'
Então vou encerrando esse post por aqui, porque se eu for reclamar e contar tudo aqui, ele não vai acabar nunca!
Beijos meus e do Guga, e estou aceitando dicas de como conseguir conciliar mais as coisas viram, kkk.

quinta-feira, 21 de março de 2013

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Amamentação - OMS.


Abaixo segue uma cartilha muito útil da Organização Mundial da Saúde.

Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde, em associação com a UNICEF, tem vindo a empreender um esforço mundial no sentido de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.
As recomendações da Organização Mundial de Saúde relativas à amamentação são as seguintes:
  • As crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade[1]. Ou seja, até essa idade, o bebê deve tomar apenas leite materno e não deve dar–se nenhum outro alimento complementar ou bebida.
  • A partir dos 6 meses de idade todas as crianças devem receber alimentos complementares (sopas, papas, etc.) e manter o aleitamento materno.
  • As crianças devem continuar a ser amamentadas, pelo menos, até completarem os 2 anos de idade.

O leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó).
O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável.Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebê de certas doenças e infecções.


O aleitamento materno protege as crianças de:

Otites
Alergias
Vômitos
Diarreia
Pneumonias
Bronquiolites
Meningites
      
Outras vantagens do leite materno para o bebê:  
 Melhora o desenvolvimento mental do bebê;

É mais facilmente digerido;

Amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional, muito forte e precoce, entre a mãe e a criança, designada tecnicamente por vínculo afetivo. Atualmente, sabe-se que um vínculo afetivo sólido facilita o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com as outras pessoas;

O acto de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes.


Amamentar tem vantagens também para a mãe:

A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa;

Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar;

Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente;

A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo;

A amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa;

A amamentação protege do cancro do ovário;

A amamentação protege da osteoporose;

A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro). As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal;

Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar biberões. Não é necessário levantar-se de noite para preparar o biberão.


Amamentar também é vantajoso para a família:

A amamentação é mais econômica para a família. Basta multiplicar o preço de uma lata de leite em pó, pelo número de latas necessárias ao longo da vida da criança, e somar ainda o dinheiro gasto em biberões e tetinas.


O leite adaptado (leite em pó) é muito diferente do leite materno e a sua utilização tem riscos para o bebé:

Os leites artificiais usados habitualmente, são feitos a partir de leite de vaca. Por essa razão, o uso de leite artificial aumenta o risco de alergia ao leite de vaca.

As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de vir a sofrer de otites, amigdalites, bronquiolites, pneumonias, diarreias, infecções urinárias e sépsis.

As crianças alimentadas com leite em pó, além de terem maior risco de sofrer as infecções referidas, as infecções de que sofrem surgem com maior gravidade, porque o seu sistema imunitário não recebe a ajuda dos anticorpos, glóbulos brancos e outros fatores imunológicos presentes no leite materno.

As crianças alimentadas com leite artificial têm maior risco de desenvolver linfomas.

As crianças que são alimentadas com leite em pó têm maior risco de vir a sofrer de Diabetes tipo I (insulino-dependente).

As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de sofrer obesidade na vida adulta.

As crianças alimentadas com leite em pó têm maior risco de desenvolver eczema, asma e outras manifestações de doença alérgica.

A UNICEF calcula que um milhão e meio de crianças morrem por ano por falta de aleitamento materno. E não se pense que é só nos países do terceiro mundo. Mesmo nos países industrializados muitas mortes se poderiam evitar com o aleitamento materno[1].

Espero que o post seja útil, porque por incrível que pareça, tem mulheres que não amamentam simplesmente por não querer.. Nunca se esqueçam que não há nada melhor para nossos filhos, do que nosso leite. Comentem à vontade, não esquecendo a educação. Beijos :*

segunda-feira, 18 de março de 2013

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Fumo Passivo na Gravidez.


Vamos saber um pouco mais sobre esse assunto, e que complicações ele pode causar nos babys?
Abaixo uma pesquisa que achei sobre o assunto (e que é muito importante!).



Fumo passivo na gravidez prejudica neurodesenvolvimento do bebê

Pesquisa mostra que grávidas expostas passivamente à nicotina podem ter bebês com complicações semelhantes às de mães fumantes 

Que fumar durante a gravidez é prejudicial para mãe e filho você já sabe. O que agora os cientistas cada vez mais reforçam em estudos é sobre os riscos que o fumo passivo também traz para o feto. É exatamente o que mostrou uma pesquisa recente, realizada pela Rovira i Virgili University, na Espanha, e publicado na revista Early Human Development.

A pesquisa analisou os efeitos do tabagismo passivo no neurodesenvolvimento de bebês. Para isso, os cientistas avaliaram o comportamento de 282 recém-nascidos, utilizando uma escala de avaliação comportamental neonatal, que avalia as respostas dos bebês a estímulos externos entre 48 e 72 horas após o nascimento, a fim de analisar suas habilidades neuromotoras.

Das crianças estudadas, 22% eram filhos de mães fumantes e 6%, de mães que foram expostas ao tabagismo passivo. Entre as fumantes, 12,4% fumavam de 1 a 5 cigarros por dia; 6,7%, de 6 a 10, e 2,8%, de 10 a 15 cigarros.

O estudo concluiu que os recém-nascidos que tiveram exposição intrauterina à nicotina, seja de forma ativa ou passiva, tiveram seu desenvolvimento neurocomportamental afetado pela substância. Em outras palavras, os bebês expostos ao cigarro durante a gestação apresentaram baixa pontuação, de acordo com a escala, na capacidade de inibir estímulos que poderiam alterar o sistema nervoso central.

“A nicotina gera uma menor oxigenação dos tecidos, o que pode causar uma pré-disposição para o desenvolvimento de problemas neurológicos na criança, como déficit de atenção, comportamento agressivo e complicações neuromotoras”, diz Jurandir Passos, ginecologista, obstetra e especialista em medicina fetal do Laboratório Delboni Auriemo (SP).

E não é só isso: “A fumaça do cigarro, extremamente tóxica, traz outras complicações, como baixo peso do recém-nascido, partos prematuros, placentas com menor massa (o que compromete a troca de nutrientes e oxigênio entre mãe e feto) e até mesmo a interrupção da gestação”, reforça Passos.

Assim, fica uma dica para quem convive com a gestante: uma gravidez saudável depende da mulher, claro, mas também de todos que convivem com ela.
Sempre é tempo de parar de fumar
O ideal para a mulher que fuma é acabar com o (mau) hábito antes mesmo de engravidar. Mas, se você descobriu que está grávida e não tinha até então largado o cigarro, fique calma! “Quando a mulher para de fumar, o nível de nicotina no sangue cai e o bebê já começa a sentir benefícios imediatos”, conta Karina Zulli, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana do Hospital e Maternidade São Luiz (SP). “O feto irá se desenvolver melhor, crescer mais e a gestação será mais saudável.”

A leitora da CRESCER Jânia Bandeira contou em nossa página do Facebook sobre a sua experiência com o cigarro: “Fumei o meu último cigarro quando peguei o resultado positivo da minha primeira gravidez e nunca mais voltei. Isso já vai fazer cinco anos!”. Ela disse, ainda, que o marido, que também era fumante, parou por completo de fumar com o nascimento do bebê.

Como você pode ver, a gestação pode ser uma oportunidade não só para a gestante ganhar um estilo de vida mais saudável, mas também para todos à sua volta e que farão parte da vida do bebê.
Esperam que tenham gostado do post. Beijos e fiquem à vontade para comentar s2 !

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

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Um dia me disseram..

Que ter um filho e abrir mão de bagunçar ia ser dificil.
Que encarar uma sociedade hipócrita por ser mãe jovem ia me pedir forças infinitas. 
Me falaram das dores do parto, do meu corpo diferente, depois das noites mal dormidas e da juventude diminuída.
Mas nunca me contaram que cada sorriso que eu ganho vale mais que uma balada, beijos sem emoções ou experiências frustrantes. 
Não me contaram que esse cheirinho de bebê empreguina na alma e que ficar sem ele, nem que seja só para comprar alguma coisa para comer, poderia doer mais que a própria fome. 
Nunca me disseram que com eles podemos aprender tanto, aprender a amar incondicionalmente, aprender sobre o amor de Deus, a dar sem receber, a cuidar, a sorrir, a abraçar o tempo todo. 
Agora eu sei porque nunca gostei muito de ouvir. As pessoas falam demais, criticam demais. Nós temos sempre duas opções: reclamar ou simplesmente ser feliz.
Eu escolhi ser feliz... Sempre!
Adoro esse texto *-* Traduz tudo que eu sinto ♥

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

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O que levar na mala da maternidade.

Que mãe não se pegou naquela dúvida cruel, sobre o que levar na mala da maternidade?!?

Não importa se a mala já está cheia, você vai continuar se perguntando se esqueceu algo.. Então vim aqui compartilhar com as futuras mamães, o que levar para a maternidade!
Eu pesquisei muito sobre isso na reta final, mas não encontrei quase nada, contei com a experiência da minha tia que na época, a bebê dela estava com dois anos.
Antes de tudo, vá à sua maternidade, e peça a lista do que eles indicam que se leve. Muitas maternidade pedem desde a roupa, até a fralda, já outras cedem álcool 70, gaze e etc. E as coisas variam de quantos dias você vai ficar lá. As quantidades que eu vou postar, é pra quem vai ter Parto Normal, que fica normalmente dois dias na maternidade.
Como vocês estão cansadas de saber, eu ganhei o Guga em um hospital público, então eu não precisei levar roupas pra mim ficar lá, fraldas, absorventes, gaze, álcool 70, e essas coisas.. Mas vamos ao que interessa!

Mala do Bebê:
4 roupinhas, bem quentinhas ( não esqueçam das luvas, meias e toucas.) eu levei sete, kkkk,
2 toalhas de banho, pro caso de uma sujar,
3 fraldas de pano,
1 trocador portátil,
2 mantas e um lençolzinho,
3 paninhos de boca e a saída de maternidade.
Higiene: Um sabonete (não esqueça da saboneteira hein, rs), uma escovinha de cabelo, Álcool 70, gaze, fralda (mesmo que a maternidade dê, leve um pacotinho, pois é muito chato ter que ir pegar toda hora), pomada para assaduras, lenços umedecidos (dos mais grossinhos / toalhinhas umedecidas, recomendo o da Jonsohn's RN).


O que levar para você 
Camisolas ou pijamas com abertura na frente para facilitar a amamentação (pelo menos três eles podem sujar por causa do sangramento pós-parto). Tem gente que prefere roupas confortáveis de ficar em casa, em vez de pijama, Calcinhas grandes e confortáveis, já "testadas", de preferência as que você já está usando na gravidez. Você vai ter de usá-las com absorventes enormes, seja parto normal ou cesárea. Leve cinco pelo menos. 
 Chinelo ou sandália de dedo,
 Sutiã de amamentação, 
Conchas ou absorventes para os seios.  
Higiene: escova, xampu, condicionador, sabonete, escova de dentes e pasta, 
 Absorventes  (é normal ter sangramento depois do parto (tanto vaginal como cesárea). Os hospitais costumam fornecer absorventes, mas leve pelo menos um pacote, pelo mesmo motivo das fraldas).
Roupas para a saída do hospital que sejam folgadas e bem confortáveis, já que a barriga de grávida não some de um dia para o outro! 
 Máquina fotográfica e pilhas extras, pois você vai tirar muitas fotos do bebê!  Filmadora e carregador de bateria, se a maternidade liberar a filmagem do  parto, ou mesmo pros primeiros momentos do bebê,  Livros e revistas (para você se distrair, pois lá um dia parece um mês),  Lembrancinhas e enfeite de porta (se você for oferecer, e já tiver preparado), Seus documentos, exames, telefone do médico e carteira de convênio (se for particular).


Acho que é isso meninas, se eu tiver esquecido alguma coisa, podem falar! Sintam-se à vontade para comentar e perguntar. Beijos meus e do Guga :*

Nascimento do Príncipe